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critica - Ted 2

por falarmd, em 29.06.15

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Ted 2 é a continuação do êxito Ted, que foi um bom filme, eu gostei, mas será que a novidade passou e este novo capitulo é mais do mesmo. Neste filme temos Ted tenta ter uma criança com a sua nova mulher, mas para o poder fazer, antes tem de provar que é uma pessoa. Esta é a premissa principal do filme e ao mesmo tempo temos a história de John (Mark Wahlberg) que se separou e tenta voltar a namorar. São estas as histórias principais e assim como um episodio de Family guy, temos cenas que aparecem do nada para fazer uma piada. Se gostam do Family guy, este filme tem o mesmo tipo de comédia que a série, ficam desde já avisados. A comédia neste filme é boa, mas nem todas as piadas acertam o alvo, mas ao menos a maioria acerta. O melhor deste filme é a química entre Wahlberg e Ted é credível que acrescenta algo mais ao filme. Uma das melhores cenas é com Liam Neeson, estejam atentos. Temos também que falar de Samantha (Amanda Seyfried), que é a advogada e interesse amoroso de Wahlberg, mas para além disso não faz mais nada no filme, uma personagem pouco interessante.No entanto, este filme tem quase duas horas, e se já é difícil fazer uma boa comédia com 90 minutos, terá que ser uma comédia excelente para durar esse tempo e ser bom. Este facto notasse no filme pois tem cenas a mais e é mais para encher chouriço que outra coisa. Se o filme fosse mais curto e melhor editado, livrando-se de cenas que são inúteis teríamos uma excelente comédia, com essas falhas é uma boa comédia. Se Ted é um urso engraçado e interessante, porque o filme é tão longo, começamos a ver o Ted como um parvalhão que precisa de crescer e ganhar juízo.Morgam Freeman, aparece como um advogado e diz mesmo isso, o que é que ele tem feito da vida.Uma coisa que não resulta muito bem é a tentativa de Seth MacFarlane tentar dar um aspecto sério ao filme ao falar dos direitos civis, em que Ted representa os oprimidos.Apesar de parecer que não gostei do filme, eu gostei e tem boas e excelentes piadas, mas não faria o meu trabalho se não notasse as falhas do filme. Em resumo é um bom filme para ver no cinema, e uma merecidamente boa continuação do primeiro.

 

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publicado às 00:46


Recomendação: John Wick

por falarmd, em 23.06.15

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Vi que este filme está agora disponível no MEO, depois perguntei a um amigo se já tinha visto e aparentemente este filme passou despercebido pela maioria das pessoas. John Wick estreou-se no ano passado, mas é um dos filmes que se me perguntarem por um bom filme de acção, provavelmente vou referir este. Mas não se enganem, este filme não é uma maravilha cinematográfica, têm excelente aspecto, mas o principal é que é um filme que cumpre a promessa de boa acção. A história deste filme é básica, quase chegando a ser um cliché. Neste filme temos um antigo assassino, John Wick (Keanu Reeves), vê os seus instintos homicidas despertar quando um criminoso lhe rouba o precioso Ford Mustang de 1969 e assassina o seu cão, oferecido pela falecida esposa. A partir daqui temos um filme de acção/vingança, cujas cenas de acção são filmadas lindamente, o estilo do director ajuda a criar ambiente. Para contextualizar melhor o filme, quem mata o cão é o filho do chefe de uma gang russa, e quando o chefe sabe disso dá porrada no filho pois ele chateou John Wick, e sabe que a partir desse momento está lixado. Sendo um filme muito bem realizado que nos envolve na história, depois dos 15 minutos iniciais, quando o cão morre estamos tão envolvidos que só queremos ver Wick a vingar-se. Mas o que queremos de um filme de acção, é acção. Neste aspecto o filme cumpre, com John Wick a utilizar uma espécie de gun Fu, em que cada movimento leva a uma nova morte sem desperdício(tiros na cabeça). E é porque eles pintam Wick como um assassino muito bom, acreditamos que ele consiga ser tão eficaz e mesmo tendo muita gente atrás dele, é credível que ele sobreviva. Um outro aspecto positivo deste filme é a criação de mundos, neste mundo há um hotel só para assassinos onde podem arranjar tudo o que querem desde que não façam negócios(matar) nesse sitio. Pelo mundo deste filme, a acção muito bem coreografada, o sentimento que conseguiram imprimir neste filme, se até agora não adivinharam este filme estará na minha colecção de DVD's muito brevemente. Se gostam de filmes de acção este é um dos melhores.

 

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publicado às 23:22


Crítica- Divertida Mente (Inside out)

por falarmd, em 21.06.15

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 O novo filme da Pixar, Divertida Mente (Inside Out), é o mais recente esforço do estúdio na tentativa de regressar á qualidade do passado. Neste filme temos um filme sobre emoções e pouco mais sabemos se virmos o trailer, mas apesar disso atiça-nos o interesse. Falo aqui do trailer, porque depois de ver o filme, vou tentar não incluir "spoilers".  O trailer não revela verdadeiramente o que se passa no filme, apenas indicando as temáticas do filme. A história do filme fala sobre Riley, uma menina de 11 anos que mudou-se com a família para San Francisco, onde o pai começou num novo emprego. Isso significou deixar amigos e a escola e começar tudo de novo. Uma tarefa nada fácil para a jovem. É aí que entram as suas emoções. A Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza. No centro de controlo no interior do cérebro de Riley, são eles que a vão aconselhar ao longo do dia. Se formos a ler atentamente a sinopse oficial, mesmo aí não temos muitas dicas do que será a história do filme. Neste filme quase temos um curso de psicologia para totós, mas maravilhosamente executado. Vemos como as diferentes emoções guião a Riley e a ajudam a superar os problemas. Mas sendo um filme da Pixar, ele vai puxar do sentimento, e só uma pessoa muito fria não terá momentos em que chora neste filme. É um filme que as crianças vão adorar e com uma mensagem profunda, e com muitos momentos de diversão. Se os adultos forem ver este filme vão apreciar e recordar o que era ser pequeno e o momento em que começam a crescer. E este filme é principalmente uma metáfora para o abandono das coisas de criança por algo mais crescido, neste caso a adolescência e a compreensão por parte da Riley de temas mais complexos. A animação é espectacular e vale a pena ver no cinema. Relativamente á dobragem, como de costume foi feito um excelente trabalho, e não sinto que se tenha perdido nada relativo ao original. As emoções neste filme estão muito bem realizadas, mas ao longo do filme, não são personagens de uma só nota, tendo até arcos de crescimento enquanto personagens. Novamente, sem querer entrar em spoilers, este filme é o filme da Alegria e da Tristeza sendo fascinante acompanhá-las enquanto a crise que Riley está a passar, e ver como reagem ás situações e evoluem adaptando-se a nova realidade. Este filme é o retorno em grande da Pixar à qualidade que esperamos dela. É quase de certeza o melhor filme de animação do ano e um filme que recomendo ás famílias verem no cinema e depois acrescentar o DVD à vossa colecção, juntamente a filmes como Toy story ou Up. Um dos melhores filmes da Pixar, que leva o conceito da psicologia da criança e eleva-o ao mesmo tempo que o torna divertido. Definitivamente um filme a ver, que agrada a miúdos e graúdos.

 

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publicado às 00:23


Crítica - San Andreas

por falarmd, em 19.06.15

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O regresso do género filme desastre, que há alguns anos era moda, mas agora temos uma nova tentativa para fazer um, com o viagra dos franchises,Dwayne Johnson. Este tipo de filmes segue, por regra, uma formula. Temos o herói que tem que ultrapassar o desastre para tentar salvar um membro da família. Durante essa missão de salvamento, o realizador usa da ultima tecnologia de efeitos especiais para entreter as audiências. Este filme é um exemplo típico disso, senão vejamos, nesta história a falha geológica de San Andreas cede por completo e desencadeia um terramoto de magnitude máxima que arrasa toda a Califórnia. No meio do caos e da destruição, um piloto de helicópteros de salvamento (Dwayne Johnson) e a sua ex-mulher (Carla Gugino) arriscam uma perigosa viagem de Los Angeles a São Francisco para localizarem a sua única filha (Alexandra Daddario). Como vemos, não foge á regra, no entanto tenho alguns problemas com este filme e aspectos positivos. Começando pelo positivo, Dwayne Johnson carrega este filme nas costas e é o actor que dá a melhor prestação, sendo uma das suas melhores interpretações dramáticas. Graças a ele, nós estamos empenhados em que ele encontre a filha e se puder reunir-se com a sua ex-mulher. No entanto, neste filme querem que ele seja o melhor dos melhores, que a cena que abre o filme chega a ser ridícula. Mas o maior pecado deste filme é que, quando vamos ver um filme destes queremos ver destruição em grande escala (nisso ele cumpre), queremos ver os melhores efeitos especiais no mercado (nisso falha um bocado).Os efeitos especiais neste filme,não são maus, comparados com o que já saiu(Vingadores, Super-homem, etc) é mais do mesmo, não há nada que se destaque como memorável. E o filme tem personagens que podia dispensar, como por exemplo, a história do novo namorado de Carla Gugino, que não acrescenta nada a história,e o arco da personagem é demasiado forçado. No principio era um tipo espectacular e no final quase que se torna um vilão, só faltando o torcer do bigode. Quando falamos de desastres naturais, temos também que falar de cientistas que só estão lá para acrescentar urgência na história e para dar exposição. Apesar de Paul Giamatti ser um bom actor ele pouco tem para fazer para além disso, no entanto ele consegue vender a urgência da situação. Não me vou alongar mais na crítica pois este filme é bastante simples. A apreciação do filme no entanto, não será, pois eu não acho que valha a pena ver no cinema este filme (para os meus gostos). No entanto, para quem gosta deste tipo de filmes, é um bom filme com cenas espectaculares e com boas prestações, para esses é um filme para ver no cinema, pois duvido que vá haver outro tão cedo. Apesar de eu falar mais mal que bem do filme, no geral é um bom filme, muito graças a Dwayne "the Rock" Johnson.

 

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publicado às 01:08

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Uma adaptação de uma série de tv, nem sempre boas, mas esta aborda a premissa como uma paródia do mesmo material. 21 jump street é uma série dos anos 90 que lançou johnny Deep, em que ele trabalhava como um agente infiltrado nas secundárias, logo o nome agentes secundários em português. Nesta adaptação temos Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) que fazem parte de uma unidade secreta da polícia. Com o seu ar adolescente são perfeitos para trabalharem como agentes infiltrados em liceus sem levantar suspeita. Ao trocarem as armas por mochilas vão arriscar a vida na investigação de uma violenta e perigosa rede de tráfico de droga e descobrir que a escola de hoje em dia já não tem nada a ver com aquela que frequentaram. O plot é verdadeiro ás suas origens, mas é acima de tudo uma comédia que percebe que a premissa é ridícula e tira partido disso para ter cenas hilariantes gozando com o próprio material. Hill interpreta o "nerd" do liceu que nunca foi popular mas é inteligente, ao contrário de Tatum que interpreta o atleta popular mas burro. A química entre estas personagens é o que faz este filme brilhante, foi com este papel que começamos a tomar Channing Tatum como um bom actor, sendo personagens reais com reacções a situações que conseguimos acreditar. Ao descrever as personagens principais vemos que este filme utiliza os arquetipos de forma engraçada e o chefe de policia chega a admitir isso numa fala do filme. Rob Riggle é umas das melhores personagens no filme e a cena final entre ele e Hill, é umas das melhores do filme. Não vou falar em especifico da comédia no filme, basta saber que é excelente. O que torna este filme excelente é, como já tinha dito, que sabe gozar consigo próprio mas ao mesmo tempo contar uma boa história com credíveis relações entre as personagens. Um filme para ter na colecção de DVD's e que espero que tenham visto no cinema, vale a pena.

 

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 Sequelas, principalmente as de comédia, raramente são boas, no entanto eis que aparece uma. 22 jump street, é a sequela de 21 jump street e que como diz o titulo em português, Agentes universitários,desta vez passa-se na universidade. A história é a seguinte: os agentes Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) voltam a trabalhar infiltrados, desta vez numa universidade. Mas quando Jenko encontra uma alma caridosa no seio da equipa de futebol americano e Schmidt trava conhecimento com a cena artística da escola, os dois parceiros começam a duvidar da sua amizade. A partir daí, mais do que resolver um caso, precisam de descobrir se conseguem continuar a trabalhar juntos. No inicio do filme é contado tudo aquilo que estamos a pensar, o "plot" é o mesmo, as sequelas nunca são boas, têm mais dinheiro para este filme e o filme mostra claramente que sabe disso, enquanto que no primeiro gozavam com a premissa da série, neste gozam com a premissa da sequela.Continuando com a excelente química entre as personagens e acrescentando outras. A relação de Tatum e novo colega compete com a que tem com Hill, sem que ele se lembre que e é um policia e terá eventualmente de sair da universidade. Já Hill cria uma relação com uma universitária e as consequências dessa relação são hilárias. Conforme disse o plot é o mesmo tendo apenas um twist no fim, mas funciona pois o filme está consciente disso desde o inicio. Ice Cube, volta a cumprir o papel de capitão furioso, e têm a melhor cena no filme entre ele e Hill. Não vou aprofundar a minha análise do filme pois não quero estragar o divertimento do filme, basta dizer que em muitos aspectos supera o primeiro filme. Continua a ser um filme a ter na colecção de DVD's, sendo uma excelente comédia.

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publicado às 22:59


crítica - Mundo Jurássico

por falarmd, em 13.06.15

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 Parque Jurássico foi uma das obras primas de Spilberg, e um filme que adorei e tenho na minha colecção, entretanto houve duas sequelas, não eram más, dava para entreter. Agora temos a próxima sequela, a quarta na franchise. Neste filme temos o parque de aventuras "Mundo Jurássico" (Jurassic World) que reabriu. 22 anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, e o filme basicamente ignora o que aconteceu nas outras duas sequelas. Os problemas que apoquentaram o sonho de John Hammond em trazer de volta os dinossauros do período jurássico parecem resolvidos. Temos um parque funcional, mas que precisa de algo novo,é aí que eles criam um Dinossauro, e é aí que algo corre mal... uma simples premissa que de certo modo é previsível mas durante este filme temos um espectáculo de acção e aventura. Se estavam preocupados pelo abuso de CGI, não estejam, pois se no Parque jurássico tínhamos a combinação de efeitos práticos e CGI, neste o CGI é excelente e mescla bem com a acção. Mas a melhor parte do filme é Owen (Chris Pratt), que neste filme prova que é uma estrela e que sabe fazer mais do que comédia. Como disse anteriormente este filme é previsível e é a presença e carisma de Pratt que elevam este filme e lhe dá algo para torcermos. Sendo a personagem que tem maior desenvolvimento na história, as outras são tipos, como o mau general que quer conquistar e o cientista ganancioso. Para além destas personagens, temos todas as outras que estão aqui para podermos ver os dinossauros as atacarem. No entanto, mesmo quando os dinossauros atacam, porque este filme é de certo modo orientado para toda a família, a violência nunca vai para além de um certo nível. Uma das histórias deste filme, são dois miúdos que vem ter com a personagem de Claire (Bryce Dallas Howard), mas que não acrescentam nada de novo ao filme. Eles são apenas mais um instrumento para movimentar a acção. Se não falo muito dos humanos neste filme, é porque as estrelas aqui são os dinossauros e no terceiro acto deste filme é espectacular o que eles fizeram, sendo a melhor parte do filme. Sendo quase impossível recriar a magia do primeiro filme, este filme consegue no entanto ser melhor que as sequelas e um bom filme de monstros. Este filme é dirigido ás famílias e nesse aspecto consegue ser um bom filme. Recomendo ver este filme no cinema pois com os efeitos e a acção, o melhor sítio para o ver é no grande ecrã.

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publicado às 00:35


Crítica - Spy

por falarmd, em 07.06.15

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Spy é a nova comédia de Melissa McCarthy, em que ela se reune com o director Paul Feig do filme Bridesmaids. Neste filme, Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma simples analista da CIA. A heroína nunca reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. A sua hipótese de ver alguma ação a sério surge quando as identidades de dois agentes são comprometidas e Cooper é infiltrada na organização de um traficante de armas liderada por Rayna(Rose Byrne). Antes de ver este filme estava preocupado pois estou farto de Melissa McCarthy e do que tem sido as suas comédias, estava com medo que isto fosse Tamy 2. Surpresa das surpresas este filme é excelente e a comédia muito bem utilizada sem recorer a piadas de gordos(pelo menos sem estarem fora do contexto)em demasia.A personagem de Melissa McCarthy é competente e no final do filme ela é a personagem mais perigosa do filme .A comédia deve ser realçada pois em nenhum momento McCarthy é incapaz e faz as coisas por sorte, ela é extremamente competente e nós torcemos para que ela cumpra a missão. Paul Feig sabe dirigir comédias, mas neste filme prova que também sabe dirigir acção. E a acção é violenta e sangrenta mas ao mesmo tempo divertida, em particular uma cena em que Susan se defende de uma mulher numa cozinha. Mas é pela comédia que vamos ver este filme e nesse aspecto todos os personagens acertam no ponto e alguns até surpreendem. Jason Statham, incarna a personagem de Rick Ford um agente que em certos aspectos é uma paródia do tipo de personagens que ele costuma fazer. Statham faz pouco de si próprio e produz algumas das falas mais engraçadas do filme, sendo esta uma personagem que se destaca no filme.Rose Byrne e McCarthy também tem uma excelente química e os diálogos entre as personagens são hilários.Se ainda não perceberam, este filme é excelente, e se as piadas são boas e acção é boa, em nenhum momento me parti a rir. Independente desse facto este é um filme para ver no cinema e apreciar. Este filme fará parte da minha colecção de DVD's.

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publicado às 22:28


crítica/recomendação The DUFF

por falarmd, em 03.06.15

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 The DUFF é uma comédia romântica adolescente na qual Bianca(Mae Whitman) está no ultimo ano acompanhada pelas suas duas melhores amigas Jess(Skyler Samuels) e Casey(Bianca Santos).Um dia, Wes(Robbie Amell) amigo de infância comenta que ela é a amiga gorda do seu grupo de amigas (DUFF-Designated ugly fat friend) e que os rapazes só olham para ela para falar com as suas amigas.Depois de perceber que ele fala a verdade, ela faz um acordo com ele, onde ela ajuda-o a passar de ano se ele a ajudar a parar de ser uma DUFF. A partir desta sinopse poderíamos pensar que é apenas outro filme de adolescentes, mas devido a química entre as personagens e uma boa escrita do guião este filma demarca-se dos demais. Neste filme Bianca é credível como DUFF, principalmente se comparada com as outras amigas. Talvez seja esse facto que torna este filme tão real e também o andamento deste filme que nos faz acreditar no romance entre as personagens e na amizade entre as três amigas. Não é um filme cuja história seja difícil de adivinhar, por isso não vou abordar esse aspecto, quero no entanto realçar as actuações das personagens.Outro aspecto que é muito bom neste filme é a comédia, sem ser muito óbvia, é subjacente a todo o filme, e não contam com comédia fácil sendo mais de situação. No final a moral é que tu também podes ser a DUFF do teu grupo, depois de ver este filme vais ver as tuas relações de outra maneira. Considerando isto tudo, este filme é algo que veria no cinema e que recomendaria comprar o DVD para ter este filme na colecção e reviver um filme realmente engraçado que nos leva aos tempos da secundária.

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publicado às 23:29


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