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Crítica - Nós somos teus amigos

por falarmd, em 27.08.15

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Um filme sobre DJ's e a cultura de festas, é algo que eu não me relaciono pois nunca fui de festas, mas este filme está mais orientado para a geração mais nova e talvez eles vejam algo que eu não vejo. Neste filme temos Cole(Zach Efron), de 23 anos, que vive com os seus amigos e luta para se tornar um DJ de sucesso e sonha ser um dia um produtor de sucesso. E basicamente esta é a história deste filme, mas que em certos pontos parece com um clip de musica mais que outra coisa. Antes de começar, algo bom no filme é que em muitos aspectos é um filme em que o personagem principal apercebesse que não se pode ficar sempre com os mesmos amigos e em certo momento nós crescemos para além dos nossos amigos. Visualmente é bonito e captura o sentimento de estar numa festa, mas  o maior problema é que em nenhum momento nos ligamos às personagens. Efron, neste filme o seu personagem basicamente é um DJ e mais nada, em nenhum momento estou a torcer por ele, e quando ele está a tentar namorar a namorada do DJ que o está a tentar ajudar, é tipo, a sério. Sophie(Emily Ratajkowski) é a rapariga que falei e a actriz é boa no papel. Mas mesmo os amigos são tipos, o amigo que é actor, o tipo duro e o nerd, mas mesmo assim não passa disso e a ideia deles de viverem do mundo do espectáculo quase apetece gritar ,arranjem um trabalho. A dinâmica entre Efron e os amigos quase parece uma versão barata do que vimos em entourage. O melhor actor neste filme, e que tem o papel ingrato de ser o mentor de um miúdo que  tenta ajudar mas que ao mesmo tempo está atrás da sua miúda, é Wes Bentley como James, um artista autodestrutivo mas com muita experiencia.E algo que me chateou foi que Bentley está a tentar explicar como se faz as coisas e a partilhar sabedoria e Efron está sempre com a atitude que sabe tudo, chateou-me. Mas o maior problema é que um filme quase musical é aborrecido e é previsível, e em nenhum momento acredito na amizade entre os rapazes, pois ficamos sempre com a impressão que os amigos são o que estão a atrapalhar Efron. E a edição neste filme distrai mais do que ajuda, é basicamente um longo clipe de musica, sem que nos interessemos pelas personagens. Mas novamente este filme não é dirigido para mim e mais para quem vive este tipo de vida ou que gosta de ir aos bares, para quem não se identifica este filme não é para vocês mas se gostam desse tipo de cena pode ser engraçado ir ao cinema mas só posso recomendar numa matine que é mais barato.

 

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publicado às 23:46

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 Este filme saiu no dia 18 mas só hoje é que me lembrei de o rever, peço desculpas por isso.Dito isso, este filme é basicamente o episódio final em forma de filme de uma série de TV que eu não assisti. Neste filme temos a entourage, que é basicamente os amigos de uma estrela de cinema que andam á volta dele, aqui a estrela de cinema Vincent Chase (Adrian Grenier) está de volta com os seus amigos, Eric (Kevin Connolly), Turtle (Jerry Ferrara) e Johnny (Kevin Dillon). De volta aos negócios está também o antigo agente, agora transformado em chefe de um grande estúdio, Ari Gold (Jeremy Piven). Algumas ambições mudaram, mas a ligação entre eles continua forte enquanto navegam pelo mundo caprichoso e muitas vezes cruel de Hollywood. O maior pecado que este filme comete é pensar que todos os que vão ver este filme acompanharam a série, e talvez tenham razão, mas como eu nunca vi a série de tv, não conheço os personagens e não tenho nenhuma ligação com eles. Talvez quem acompanhou esta série tenha diferentes pensamentos que eu e goste das personagens, mas este filme não desenvolve as personagens, eles basicamente são grandes idiotas com a mania que são bons, e em nenhum momento houve desenvolvimento das personagens. Com problemas que basicamente não são problemas reais, eu quero mais dinheiro para um filme, eu quero comer raparigas e ao mesmo tempo reatar com a ex mulher, entre outros, também não quero estragar o filme. Mas o maior problema é que o filme começa e entramos numa situação que nos é dito o que aconteceu antes mas que ao mesmo tempo não vemos as consequencias dessas acções, Eric separou-se e vai de iate para uma festa com mulheres nuas, porque é que eu devo me importar com a separação nesse cenário.Os actores estão adequados no filme mas nada de especial, o único que é bom neste filme é Piven, mas ele não é o foco principal do filme. O que achei engraçado no filme foi que Chase quer ser realizador e em nenhum momento no filme o vemos a realizar apenas a falar do filme que realizou, e o clip do filme feito por ele que vemos é tão mau mas depois vem o chefe de um estúdio,Ari, e diz que é uma obra prima, e eu a pensar comigo mesmo, a sério. Este filme basicamente são quatro episódios da série todos juntos, mas não se dão ao trabalho de desenvolver as personagens, achei este tipo de personagem estúpido. O filme ia de uma cena para outra ligado por uma história principal mas com tantos sub plots que em alguns casos não vão a lado nenhum. E o pior é os cameos que aparecem do nada e não desenvolvem a história do filme, em muitos casos aparem quase que forçados sem acrescentar nada ao filme.Se gostam da série de TV, talvez vão gostar do filme pois neste momento devem conhecer melhor estas personagens, mas mesmo assim recomendo ver em casa pois não acrescenta nada de mais ao ver no cinema.Para quem, como eu, não viu a série este filme é algo a evitar, pois sai do cinema a pensar que foi horas perdidas com pessoas que não gosto.

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publicado às 23:04


Crítica- Hitman

por falarmd, em 27.08.15

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Até este momento ainda não houve um bom filme baseado num jogo, o melhor continua a ser Mortal Kombat, e este jogo em particular já foi feito. O jogo é Hitman, que anteriormente foi feito num filme horrível que desisti de ver a meio, desta vez seguimos as aventuras do agente 47. Neste filme o Agente 47(Rupert Friend) foi criado através de engenharia genética para ser a máquina de matar perfeita. É conhecido apenas pelos dois últimos dígitos do código de barras tatuado na parte de trás do seu pescoço. Representa o culminar de décadas de investigação, sucede a quarenta e seis outros clones e foi dotado de força, velocidade, resistência e inteligência sem precedentes. O seu mais recente alvo é uma mega-corporação que pretende desvendar o segredo do  passado do Agente 47 de forma a criar um exército de assassinos ainda mais poderosos. Ao fazer equipa com uma jovem(Hannah Ware) que poderá saber o que é necessário para derrotar os seus inimigos, o Agente 47 vê-se confrontado com a verdade sobre a sua origem enquanto trava uma épica batalha contra o seu mais mortal inimigo, outro agente(Zachary Quinto). E não é com este filme que fizeram um bom filme baseado em vídeo jogos, basicamente foi chato. Tem algumas cenas de acção que são boas mas nada de impressionante, mas o maior problema é que entre as cenas de acção somos presenteados por exposição e protagonistas que não demonstram nenhuma emoção, o que leva a que percamos interesse no filme ou nos importemos com o que está a acontecer no ecrã. Outro grande problema deste filme é o dialogo que é tão mau que usam a fala cliché:"eu não estou preso vocês é que estão presos comigo".Os actores, como disse, parece que não querem estar neste filme,o único que posso dizer que fez um relativamente bom trabalho foi Rupert Friend, mas mesmo ele apenas demonstrou frieza e nenhuma emoção. E o que fez falta a este filme foi isso, emoção, o espectador precisa de ter alguém para torcer e conseguir perceber quando estão em apuros, mas se demonstram a mesma emoção durante todo o filme nós perdemos o interesse. Mesmo a acção que disse que é boa, tem momentos em que fazem uma cena de acção que é toda cortada em múltiplos ângulos e não percebemos o que se está a passar, e a cena final do combate entre agentes acontece isso e desilude sendo o que deveria ser a melhor luta do filme. Basicamente passamos o filme todo a ver exposição, acção,exposição, acção, sem que se dêem ao trabalho de desenvolver as personagens.Não posso de maneira nenhuma recomendar ver este filme no cinema, nem mesmo em casa na tv, este filme fica melhor no esquecimento pois é tão sem sabor e chato que a certo momento do filme quase adormeci.Esperemos que Warcraft seja o filme que prova que se pode fazer bons filmes baseados em jogos.

 

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publicado às 00:26


critíca- Férias

por falarmd, em 21.08.15

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 A continuação da série "Que paródia de férias" em que acompanhávamos as desventuras da família Griswold, nos primeiros filmes o protagonista era Chevy Chase como o titular chefe de família, Clark Griswold. Neste filme temos a aventura do filho, Rusty Griswold (Ed Helms) que tem a surpresa perfeita para a sua mulher, Debbie (Christina Applegate), e para os seus dois filhos: uma viagem até ao Walley World, o parque de diversões que Rusty visitou quando era criança. Como uma continuação das desventura desta família é dificil não comparar com o primeiro, visto que de certo modo este filme é um reboot da franchise. Se o primeiro tinha algumas cenas picantes e comédia arrojada para a altura, nos dias de hoje isso já não é considerado arrojado mas sim normal, por isso o filme ao tentar ser mais arrojado na comédia , apenas consegue ser comédia mais básica com piadas fáceis e raramente muito divertidas. No entanto não quer dizer que não haja boas piadas, apenas que as piadas apelam ao mais básico, não sendo nada de especial. Os protagonistas fazem um papel adequado mas a direcção que lhes foi dada demonstra a família Griswold, que devia ser o centro e os que nos identificamos, como uma família irritante e sem química entre eles.Se o filho mais novo é engraçado no início, quando ele tenta sufocar o irmão com um saco, deixa de ser engraçado para pensarmos qual é o problema do miúdo. Ed Helms, não faz um mau trabalho como Rusty, no entanto como já disse, eles retratam uma família de idiotas insensíveis e Ed Helms é demasiado simpático para fazer esse papel, um caso de erro de casting.Não pertencendo ao núcleo principal deste filme quero realçar o papel de Chris Hemsworth, que é o único que realmente actua neste filme, e ele tenta ser engraçado mas o material não é grande coisa. Se compararmos com o primeiro conseguimos ver qual é o problema deste filme, no primeiro tínhamos uma família que apesar dos seus problemas gostavam um do outro e mesmo que o chefe fosse um idiota ele queria o melhor para a sua família, neste filme parece que ninguém gosta de ninguém e apesar de Rusty querer ir a Walley World para reatar a família em nenhum momento nos importamos com a família pois nenhum dos elementos parece se importar um com o outro.Chevy Chase aparece neste filme como um velho Clark, e para quem viu o original é um bocado triste vê-lo mais velho a tentar fazer o  mesmo tipo de comédia que fazia antigamente.Não há muito mais para dizer o maior problema deste filme é que tentou ir para a piada fácil, visto ser uma comédia, mas esqueceu-se do mais importante que é a química entre os diversos elementos da família. Ao tornar a família num bando de idiotas insensíveis, torna-se difícil torcer por eles.No entanto, quando vi este filme muita gente estava a rir, a comédia sendo subjectiva, no meu caso não funcionou e não posso recomendar que vejam este filme no cinema, se o apanharem na TV vejam mas acho que não vale a a pena gastar dinheiro no cinema para ver este filme. Uma oportunidade perdida de dar vida a franchise, pois não sendo o pior da série de filmes, também não é nada que se possa recomendar.

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publicado às 18:52


Crítica - Lugares escuros/ Dark places

por falarmd, em 18.08.15

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 O novo filme de Charlize Theron, desta vez é um drama com uma componente de mistério. Neste filme interpreta a única sobrevivente de um assalto onde testemunhou a morte da sua mãe e irmãs, Libby Day, (Charlize Theron) vive com a consciência de que as declarações prestadas quando tinha apenas sete anos de idade foram decisivas para condenar o seu irmão a prisão perpétua pelo horrendo crime. Mas quando um grupo de entusiastas de crimes célebres, liderados por Lyle(Nicholas Hoult),a descobre 25 anos depois, e a convence a relembrar os acontecimentos daquela noite, novas memórias e antigas suspeitas voltam repentinamente à sua vida. E quando novas e chocantes informações surgem, Libby começa a questionar o seu depoimento e decide procurar a verdade sobre o seu trágico passado. Para um filme de drama e mistério, a parte do drama é bem conseguida, no entanto o mistério funciona até que de repente deixa de funcionar. Se muitos filmes funcionam por causa de coincidências este está tão cheio delas que quando a resolução acontece é um bocado anti climático. As performances de Theron e dos outros actores são boas mas nada de mais, a melhor cena é a capacidade de Theron de vender uma pessoa imprestável e ao mesmo tempo conseguir que nos interessemos por ela. Como este filme é de mistério, não vou aprofundar a história do filme, vou apenas apontar algumas coisas que funcionaram e o que não funcionou, sem spoilers. A maneira como mudavam da história em tempo presente e passado é interessante e dá bastante suspense ao filme pois nunca tens a certeza do que se passa e vais sabendo conforme o filme se desenlaça. Mas como disse anteriormente,as coincidências, estragam um filme que estava a ser muito bom, tirando a pessoa do filme, de certo modo a resolução é quase um Deus EX machina e torna o resto do filme e o que acontece quase sem significado. Gostei do amor dos adolescentes no passado e gostaria que o filme se centra-se mais no passado e tentasse contar essa história, em vez de tentar fazer um grande mistério que no final nos deixa desiludidos. Este filme apesar de ter um terceiro acto que descarrila o filme , é um bom filme, e é entretido acompanhar Theron ao longo da sua viagem de descoberta, não vale a pena ver no cinema, mas se o encontrarem na tv ou alugarem vão se entreter.

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publicado às 00:38


Crítica - Quarteto Fantástico

por falarmd, em 07.08.15

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Depois dos dois últimos filmes que foram ridiculamente maus, desta vez temos o relançamento da franchise desta vez com novos actores e um novo realizador. Se tem havido noticias de problemas ao fazer o filme, o trailer era muito bom e convenceu. A história deste filme A história é a recriação contemporânea de uma das primeiras equipas de super-heróis da Marvel gira em torno de quatro jovens teletransportados para um perigoso universo alternativo onde as suas formas físicas são radicalmente modificadas.Sr. Fantástico(Miles Teller), Mulher invisível(Kate Mara), Torcha humana(Michael B. Jordan) e a Coisa(Jamie Bell). Com as suas vidas irrevogavelmente alteradas e nas suas novas peles, vêem-se forçados a aproveitar as suas poderosas capacidades e trabalhar em conjunto para salvar a Terra de um antigo amigo que se transformou num implacável vilão, Doom(Toby Kebbell).Se há algo de bom que podemos dizer sobre este filme é que tinha boas ideias no principio, no entanto o segundo e terceiro actos são péssimos, e faz a pior coisa que um filme pode fazer, é chato.Eu tentei dar uma hipótese a este filme mas cada vez que eu via uma boa ideia a ser concretizada, fazem algumas das coisas mais estúpidas(e deviam ser cientistas).Um exemplo, que está no trailer, viajam para uma terra alternativa e em vez de tomarem cuidado, basicamente dizem "vamos tocar nesta cena verde".Pior ainda Jamie Bell, ben grimm podia não ter sido alterado no Coisa, e apenas foi porque tinham uma cápsula a mais, e porque não chamar o melhor amigo para viajar ao desconhecido. Mas o problema não é só a história, os personagens não tem química entre eles, o romance entre Teller e Mara não convence, se não dissessem que Mara e Jordan são irmãos não dirias que eram. A única relação que parece relativamente verdadeira é a amizade entre Teller e Bell, e isto porque demoram um bocado com essa relação. Se há muito que podemos de dizer mal dos dois últimos filmes, pelo menos havia camaradagem entre os quatro neste os actores tentam mas não conseguem dar a sensação de que eles são como uma família, e o Quarteto Fantástico sempre foi sobre uma família. Mas o pior deste filme é que está cheio de exposição, demoram mais tempo a explicar as coisas do que a desenvolver personagens ou a dar um bocado de acção. O terceiro acto deste filme é ridículo e basicamente são eles contra Doom, e realizarem que se combinarem os poderes conseguem o derrotar. Mas mesmo essa cena de acção não é nada de especial. Os efeitos especiais são bons pela maior parte, é fixe ver os poderes do Tocha Humana a Mulher Invisível e o aspecto incrível da Coisa(finalmente feita justiça num aspecto visual da personagem), mas os poderes do Sr. Fantástico são risíveis e tem um momento em que ele muda a sua aparência que tem o pior  CGI de sempre. Parece que temos vários filmes num só , em momentos temos terror noutros temos acção de filme de banda desenhada, mas mesmo esses momentos são poucos e sempre ligados a falar muito e fazer pouco. Sei que queriam uma visão mais realista do Quarteto Fantástico, no entanto no terceiro acto esquecem isso e tornam-se em algo estúpido. Por mais vago que eu esteja a ser, não quero estragar o filme a quem o for ver. Mas falemos sobre o "vilão" do filme, Doom, que muito sinceramente se o tivessem deixado em paz não acontecia nada e não conseguiram convencer que o temos que parar. E o pior de tudo é o visual de Doom que mesmo os outros filmes conseguiram fazer melhor. De certa maneira, o verdadeiro vilão do filme é o exercito mas essa ideia não é aproveitada. Não me quero alongar, basicamente este filme é chato e só o veria se não tivesse mais nada para ver e mesmo assim. Por favor, evitem este filme, querem ver um bom filme de Banda desenhada, vão ver o Homem Formiga, que mesmo não sendo um verdadeiro filme de acção tem mais e melhor que esta porcaria.

 

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publicado às 15:28

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 Um novo filme da série Missão impossível, se depois do desastre que foi o segundo, os filmes têm vindo a melhorar de qualidade com cada novo filme. O quarto filme, foi excelente e é difícil superar esse filme mas será que conseguirá o impossível, um filme excelente na sua quinta iteração. Neste filme temos a eficaz Impossible Mission Force (IMF)  que foi desmantelada por vingativos burocratas de Washington, incluindo o chefe da CIA (Alec Baldwin). Contra tudo e contra todos, Ethan Hunt (Tom Cruise) consegue voltar a reunir a equipa (Jeremy Renner, Simon Pegg, Ving Rhames e a adição de  Rebecca Ferguson) para juntos combaterem a sinistra força conhecida como "O Sindicato" e o seu esquivo líder (Sam Harris). Esta série de filmes está rapidamente a tornar-se o velocidade furiosa só que com espiões, e isso não é uma coisa má. Vou explicar, de certo modo a história do filme é sempre a mesma, são "despedidos" e depois tem que fazer algo para se redimir ou encontrar o culpado, mas com a adição de excelentes realizadores o filme sabe sempre a algo novo. E se estavam preocupados que a cena de acção no avião era o final espectacular do filme, enganam-se é o principio de um filme que consegue manter um ritmo de acção do principio ao fim. Este filme é espectacular, e antes de explicar as razões vou dizer o que tem de mau. Os únicos problemas que tive no filme foi que as grandes cenas de acção apareceram durante os dois primeiros actos e como o filme anterior no final não temos uma cena espectacular de acção, outro problema foi o ridículo do final da cena das motas que me tirou do filme por um instante (não quero fazer spoilers, mas só digo uma coisa, capacete). Falei a pouco da cena das motas, e é uma das melhores cenas de perseguição com motas já filmadas, nesse sentido temos também que falar na cena debaixo de água, uma das melhores do filme mas que depois do que eu disse sobre as motos parece contraditório mas não é. Uma cena cheia de tensão e ao mesmo tempo uma cheia de visuais espectaculares, aliás o filme é filmado lindamente. Pronto já falei da acção e acho que não estraguei nada, vamos falar dos personagens, Simon Pegg e Cruise tem uma parceria que se nota neste filme e são eles que acrescentam muito humor ao filme, o humor é relativamente ligeiro mas que serve para acrescentar um passo rápido ao filme. Renner e Rhames são bons no filme mas algo secundários relativamente às outras personagens do filme. Uma personagem que brilhou neste filme foi Rebecca Ferguson que provou que consegue interpretar personagens perigosas e ser credível fazendo as cenas de acção, ela eleva o seu papel para além de ser alguém que está lá para criar tensão amorosa com Cruise. Sem querer fazer spoilers a personagem de Baldwin interpreta um papel importante para o desenvolvimento do filme e no final fazem algo que é diferente de um típico filme. Sam Harris interpreta um vilão ameaçador no filme, só é pena que não o vejamos muitas vezes a fazer algum tipo de cena de acção, acho que seria melhor mas o que fizeram não tira do filme nada. No final este filme é o que esperamos ver no verão, diversão e boa/excelente acção, um filma a ver no cinema e futuramente acrescentar á vossa colecção de DVD pois quererão repetir várias vezes. Em suma quando estrear vão ver este filme, certamente um dos melhores deste Verão.

 

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publicado às 22:12


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