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Crítica - Peter Rabbit

por falarmd, em 30.03.18

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 Este tipo de filmes que misturam animação com vida real geralmente não funcionam, ver Smurfs. Neste filme, Peter Rabbit, personagem das histórias infantis, chega ao cinema numa irreverente e contemporânea comédia cheia de atitude. A disputa entre Peter Rabbit e o Sr. Gregório (Domhnall Gleanson) pela horta aumenta quando ambos passam a rivalizar pela atenção da bondosa vizinha (Rose Byrne). Peter, com a ajuda do seu primo Casimiro e das suas irmãs trigémeas Flopsi, Mopsi e Rabinho-de-Algodão, vai meter-se em divertidas aventuras.

Fiquei agradavelmente surpreendido por este filme, no geral têm uma boa mensagem e os protagonistas são simpáticos. Não sei nada sobre as histórias infantis, porém duvido que Peter seja um palerma chato como é neste filme, sinceramente gostei mais da personagem de Gleanson do que dele. Admito que as crianças podem se rever em Peter, mas ele não é nenhum exemplo. As piadas funcionam mas fica difícil gostar dos coelhos, e a personagem de Byrne parece ignorar o mal que eles fazem. O que salvou o filme para mim foi a mensagem no final, que irá agradar aos pais e servirá de lição para os jovens. No final é um filme agradável mas que diria ver numa matine, podia ser muito melhor.

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publicado às 20:01


Crítica - Tomb Raider

por falarmd, em 18.03.18

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 Estava ansioso por este filme, pois é baseado no novo jogo da Lara Croft e tem a minha actriz favorita. Neste filme,  Lara Croft(Alicia Vikander) é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu quando ela chegou à adolescência. No presente, com 21 anos, sem qualquer rumo, ou objetivo real, Lara percorre as ruas de Londres como estafeta de bicicleta, com um parco salário.  Determinada a criar o seu próprio caminho, recusa-se a assumir as rédeas do império global do pai com a mesma firmeza com que rejeita a ideia de que ele realmente morreu. Aconselhada a enfrentar os factos e a seguir em frente após sete anos sem ele, nem a própria Lara consegue entender o que a motiva a finalmente resolver o enigma da misteriosa morte do pai. Deixando tudo para trás, Lara parte em busca do último paradeiro conhecido do pai: um túmulo lendário numa ilha mítica que poderá ficar algures ao largo da costa do Japão. Mas a sua missão não será fácil; conseguir chegar à ilha será extremamente arriscado. Contra as probabilidades e armada apenas com a sua perspicácia, fé cega e espírito intrinsecamente teimoso Lara tem de aprender a superar os seus limites enquanto viaja para o desconhecido.

Chamar este filme um filme de acção é exagerar, porém é um filme que conta a origem de Lara Croft e da sua predilecção por túmulos. O filme por vezes é demasiado expositivo e tem cenas que sinceramente não eram necessárias, porém conta uma boa história com várias surpresas ao longo do filme. O elemento realista do filme também ajuda a tensão do filme, mas é o esforço notório de Vikander nesta personagem que me fez ganhar mais interesse no que se estava a passar. O vilão do filme, apesar de mau, nunca senti ódio por ele, era alguém a fazer o seu trabalho. Não joguei o jogo mas conheço o suficiente para saber que quem jogou poderá reconhecer muitas cenas do mesmo, e por isso a novidade será menor. No final , o filme não é mau, e eu no final fiquei ansioso por uma sequela, ver numa matiné,é interessante.

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publicado às 23:54


Crítica - A agente vermelha

por falarmd, em 10.03.18

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Finalmente decidi ver o filme, mas estava um bocado céptico. Neste filme, 

Quando sofre uma lesão que põe fim à sua carreira de bailarina clássica, Dominika Egorova(Jennifer Lawrence) e a sua mãe enfrentam um futuro sombrio e incerto. Facilmente manipulada, torna-se na mais recente recruta de uma escola russa de agentes secretos encarregada de treinar jovens excecionais como ela para usarem os seus corpos e mentes como armas. Após um programa de treino perverso e sádico, revela-se a mais perigosa agente que o programa já produziu. Obrigada a conciliar a pessoa que era com o poder que agora detém, durante a primeira missão conhece um agente americano da CIA(Joel Edgerton) que tenta convencê-la de que ele é a única pessoa em quem Dominika pode confiar.

O filme tem momentos de brilhantes cenários e de ideias complexas, porém a história é algo rebuscada pois com todas as viragens e surpresas que revelam, levam a que tenhamos alguma duvida para que valeu este esforço. Apesar dos motivos da personagem de Lawrence serem claros, e estarem sempre a relembrar, o que lhe acontece não era necessário ser tão gráfico e até certo ponto inútil no esquema geral do filme. O filme é de duas horas e arrasta-se com coisas que são desnecessárias ou que parecem demasiado convenientes para serem realísticas. A conclusão final que acontece na ultima parte do filme por ser relativamente breve parece rápida em comparação ao que acontece antes. As interpretações são boas, mas não vi necessidade de tantas cenas gráficas. No final é um filme bom, mas que se arrasta, se tiverem paciência e gostarem de espionagem vale a pena ver numa matiné.

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publicado às 19:17


Crítica - The florida project

por falarmd, em 03.03.18

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 Não tinha planos em ver este filme, mas foi recomendado. Neste filme em Orlando, Florida. Um paraíso soalheiro ao qual acorrem anualmente milhões de turistas de todo o mundo. Um reino mágico que preside sobre incontáveis parques temáticos, jantares com espectáculos e estâncias de férias. Mas a escassos passos desta área de deslumbramento e felicidade, decorre uma história bem diferente. A história de uma precoce menina de 6 anos e do seu grupo de amigos numas férias de Verão cheias de assombro infantil, possibilidades e um sentimento de aventura, enquanto os adultos à sua volta lutam para sobreviver.

O filme é bastante parado, demorando tempo a contar a sua história, porém no final estamos tão envolvidos que o drama pesa na nossa consciência. As crianças são boas neste filme, mas são os adultos que brilham com personagens complexas, de realçar Willem Dafoe que traz muita energia ao filme. O filme é muito lento ao contar a sua história, mas é eficaz em envolver o espectador no drama e tragédia desta família. Não posso contar muita coisa, mas o filme é eficaz na mensagem que quer transmitir e um comentário social bem pertinente. A única coisa que não gostei foi de algumas das decisões feitas e fiquei incerto acerca de certos factos. No final este filme é um drama interessante e relevante, porém diria para ver numa matine.

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publicado às 23:14


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