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Crítica - Robin Hood

por falarmd, em 30.11.18

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Os trailer prometiam muito divertimento, estava ansioso. Neste filme, na Inglaterra, século XII. Robin of Loxley(Taron Egerton) toda a sua vida prestou serviço leal ao rei Richard I, de cognome Coração de Leão. Ao regressar das cruzadas após a morte do grande soberano, vê a cidade de Nottingham atravessar uma grave crise nas mãos do xerife local(Ben Mendelsohn). Na esperança de salvar a população de toda a iniquidade, junta-se a Little John(Jamie Foxx) e cria um grupo de justiceiros, cujas capacidades guerreiras só se poderão comparar à sua alegria de viver. Assim nascerá a lenda de Robin Hood, o grande herói fora-da-lei que, roubando aos ricos para dar aos pobres, devolveu a glória e a liberdade ao país que o viu nascer.

A diversão que queria nunca aconteceu, podemos dizer que tem cenas de acção giras e bem coreografadas, mas a mensagem social do filme é quase empurrada pela garganta abaixo. Juntando temas sérios que são discutidos na realidade até metáforas explicitas sobre problemas sociais, levam a que a diversão seja levada demasiado a sério para nos divertir-mos. O filme para várias vezes para dar discursos sobre a condição humana e a corrupção, muitos deles em flashback.  Parece que temos um filme de guerra actual, principalmente no inicio, com fardas militares e tudo, só que com flechas, continuando com a luta de classes e corrupção. Sei que o original tinha esses temas, mas dava para divertir sem ser levado a sério. A acção novamente é boa, mas o filme para  completamente para dar exposição ou para ter cenas de opulência. No final o filme prometia, mas arrasta-se de uma maneira que é chata, não é mau mas podia ser melhor, ver na tv.

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publicado às 17:13


Crítica - Grinch

por falarmd, em 22.11.18

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Nunca vi as outras versões, mas estava entusiasmado para ver este. Neste filme,  O abominável Grinch leva uma vida solitária dentro da sua caverna no Monte Crumpit com o fiel amigo, o cão Max, como companhia. Com uma cave repleta de invenções e engenhos para o dia-a-dia, o Grinch apenas vê os seus vizinhos de Vila-Quem quando fica sem comida. Todos os anos, no Natal, perturbam a sua tranquila solidão com celebrações cada vez maiores, mais brilhantes e barulhentas. Quando os Quem declaram que vão fazer uma árvore de Natal três vezes maior, o Grinch percebe que só conseguirá paz e sossego se roubar o Natal. Decide vestir-se de Pai Natal e arranjar uma rena mal disfarçada para puxar o trenó.

O filme é divertido, curto e com uma boa mensagem. A animação é boa e as piadas também. O Grinch, não é mal disposto, mais incompreendido que outra coisa. A relação entre ele e o cão é muito gira. Cindy lou tem uma história que acrescenta outra dimensão ao filme e dá grande valor às mães. Dito isso, muito do que acontece parece exagero do grinch pois ele não é assim tão mau nem é mal tratado. As sua acções não fazem sentido e parecem forçadas. No final o filme é giro, com pouca substância mas curto e divertido, sempre a mexer. Para crianças e pais vale a pena ver numa matine, não é nada especial, mas não é mau.

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publicado às 21:14

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Sempre adorei este universo, e apesar de alguns problemas com o primeiro estava ansioso por este. Neste filme, Gallert Grindelwald(Johnny Depp) fugiu da prisão e começou a recolher seguidores para a sua causa de elevar os feiticeiros acima de todos os seres não-mágicos. O único capaz de impedi-lo é aquele que já foi o seu melhor amigo, Albus Dumbledore(Jude Law). Para tal, Dumbledore precisa da ajuda do seu antigo estudante Newt Scamander(Eddie Redmayne).

Adorei voltar a estar neste mundo, com novos seres e novas ideias, porém a história desiludiu. O maior problema do filme é ter demasiadas personagens e histórias que convergem, mas ao mesmo tempo parece que arrastam. Não posso dizer muito, sem spoilers, mas no final tudo o que as personagens passaram pareceu desnecessário. A personagem de Redmayne, continua a ser muito aborrecida, ainda mais evidente neste filme se comparado com Jude Law. Retornaram personagens do filme anterior que não acrescentam nada, o vilão parece estar noutra história completamente. Ninguém é mau no seu papel, o problema é a história que está por todo o lado, cheia de flashbacks que arrastam ainda mais a história, que em si é simples. Houve um twist no final que me surpreendeu, mas nessa altura o resto da história parecia apenas ocupar tempo entre isso e o filme anterior. As cenas de acção e os visuais são dignos de se ver no cinema, começando o filme com algo fantástico. No final, o filme é mais visuais e construção de mundo, do que história, demasiados personagens e alguns redundantes, vale a pena ver no cinema, numa matine se forem fãs, o resto pode ver em casa na tv.

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publicado às 20:20


Crítica - Operação Overlord

por falarmd, em 10.11.18

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 O trailer prometia algo parecido com o jogo "castle of wolfenstein", o rpoduto final. Neste filme, na véspera do Dia D, páraquedistas americanos são lançados atrás das linhas inimigas a fim de realizarem uma missão vital para o sucesso da invasão. Mas à medida que se aproximam do alvo, começam a perceber que algo estranho está a acontecer numa aldeia ocupada pelos alemães. Subitamente, vêem-se a lutar contra forças sobrenaturais que fazem parte de uma experiência levada a cabo pelos nazis.

Gostei do filme, mas acho que tinha possibilidades para ser muito melhor. O filme tenta ser demasiadas coisas, desde thriller, terror e acção, nenhuma fica bem no final. O filme parece mais longo do que é pois o fluxo dos eventos é constantemente parado, com cenas que se alongam demais.Gostei dos personagens de Jovan Adepo, o soldado com coração,  Wyatt Russell, o soldado cruel mas focado no dever. O restante das personagens estavam lá para exposição ou apenas para aumentar os corpos. O vilão do filme, é muito fraco, apenas no final quando exagera é que parece algo divertido. As cenas de acção no filme são razoáveis, mas não se destacam. Tem um início bom, um final satisfatório, mas pelo meio arrasta-se. Algumas das decisões que eles fazem parecem de amadores, e tira a credibilidade de um filme que quer ter suspense e terror, mas  acaba por parecer forçado. No final o filme é interessante, mas poderia ser muito melhor se não se levassem tanto a sério, ver na tv.

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publicado às 22:04

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 O trailer até prometia, mas não sabia da história dos quatro reinos. Neste filme, tudo o que Clara (Mackenzie Foy) quer é uma chave - uma chave única que irá desbloquear uma caixa que tem um presente inestimável. Um fio de ouro, oferecido na festa anual pelo padrinho, Drosselmeyer (Morgan Freeman), leva-a à tão cobiçada chave, que rapidamente a faz desaparecer para um mundo paralelo e misterioso. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), um grupo de ratos e os regentes que governam os três Reinos: a Terra dos Flocos de Neve, a Terra das Flores e a Terra dos Doces. Clara e Phillip devem enfrentar o sinistro Quarto Reino, lar da tirana Mãe Ginger (Helen Mirren), para recuperarem a chave de Clara e trazerem de volta a harmonia.

O filme é bonito com visuais incríveis que nos levam ao natal, infelizmente não passa disso. A história é sólida e com uma coisa inesperada. No entanto o filme é de hora e meia, tudo parece apressado. As crianças são capazes de gostar de uma história curta, mas nunca ficamos a perceber as motivações da personagem principal, e o Quebra-nozes parece estar lá como adereço, irreconhecível. Não me lembro bem da história do quebra nozes, mas do que vi, sei que era sobre ele e um rato gigante, aqui focasse mais na Clara e nos quatro reinos. Porém tudo parece superficial, mostram os quatro reinos, mas nunca chegamos a conhecer as pessoas, nem sequer nos importamos com elas. Os atores estão bem no filme, de destacar Keira Knightley cujos maneirismos dão vida ao filme. Outros atores aparecem brevemente e com pouco para adicionar. No final, o filme é visualmente bom, mas vazio de conteúdo, apressado e sem sentido de urgência ou preocupar-nos com as personagens, ver na tv, os miúdos vão gostar, nada de especial.

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publicado às 18:58


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