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Crítica - Novos amigos improváveis

por falarmd, em 31.01.19

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Não cheguei a ver o original até ao fim, mas uma versão americana de algo europeu costuma ser fraco. Neste filme, temos um olhar divertido e bem disposto sobre a relação entre Phillipe (Bryan Cranston), um milionário quadriplégico, e Dell (Kevin Hart), o ex-presidiário contratado para cuidar dele.

Não vou comparar ao outro filme, do qual apenas vi partes do meio, mas este filme surpreende pela positiva. Funciona perfeitamente com uma mistura de comédia e drama que nos faz sentir bem. A química entre os dois actores principais é boa e em nenhum momento deixamos de acreditar na sua relação. O filme também não torna a relação forçada, mas gradual. Hart dá uma prestação mais dramática do que o habitual e a comédia está mais subtil. Cranston consegue fazer bastante para quem só actua com a cara, mostrando um lado cómico e dramático ao mesmo tempo. A mensagem do filme em si é positiva, porém ocupam muito tempo na relação de Hart com a família dele. Dito isso, adorei o filme e é algo que pode ser apreciado por toda a família, a ver no cinema.

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publicado às 18:49

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Gostei do trailer, mas parece derivativo. Neste filme, Em 1962, Tony Lip (Viggo Mortensen) é contratado para ser o motorista do pianista Don Shirley(Mahershala Ali) durante uma digressão ao Sul dos Estados Unidos, numa era em que os descendentes de africanos eram obrigados a usar alojamentos e serviços alternativos, por via das leis de segregação racial em vigor abaixo da linha Mason-Dixon.

O filme em certos aspectos é previsível, mas devido à realização e aos actores o filme eleva-se para algo muito emocionante e cativante. O green book, apesar de ser o titulo do filme, não está tão presente quanto isso. Mas é a química e as interacções entre as personagens que adoro, Mortensen e Ali são excelentes no papel. O filme trata de vários assuntos desde racismo até a homofobia e diferenças culturais. Muita coisa acontece no filme e apesar do lado negativo da América que vemos, mas são as duas personagens e a viagem que levam, assim como os princípios dos dois, fazem-nos sentir bem. No final, e sei que não disse muito, pois é previsível, mas quero que apreciem a viagem como eu, vale a pena ver no cinema e rever em casa.

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publicado às 14:04


Crítica - Glass

por falarmd, em 20.01.19

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Nunca cheguei a ver o primeiro "o protegido" apesar de ser várias vezes recomendado, gostei de "split" mas não conheço metade dos protagonistas. Neste filme,  Bruce Willis regressa com a personagem David Dunn, em conjunto com Samuel L. Jackson no papel de Elijah Price, também conhecido pelo pseudónimo, Mr. Glass. De "Fragmentado" surge James McAvoy, na pele de Kevin Wendell Crumb e das suas múltiplas personalidades. Dunn persegue a figura sobre-humana de A Besta, enquanto a presença sombria de Price emerge, trazendo com ele mais segredos.

O filme é interessante mesmo só tendo visto um dos filmes, explica muito bem quem são os personagens e quais as suas características, porém arrasta-se um bocado. Dito isso, explica bem, mas temos que ter algum conhecimento, senão estaremos perdidos. Muito do tempo do filme passa a fazer exposição, não é demasiada mas atrapalha o fluxo do filme. Se vieram para uma luta épica, este filme é desapontante, mas para ver uma análise de personagens é interessante. Como este realizador adora twists no final, fica difícil falar de muita coisa, gostei do que ele fez no final e ao mesmo tempo achei um desperdício. Como não sei como era a personagem de Willis no filme anterior, não o vou culpar por parecer não estar muito envolvido, Jackson é excelente, Mcavoy exagera um bocado e alguns dos personagens aparecem demais para serem interessantes. O filme continua a linha de "split"/ fragmentado em que demora muito tempo até acontecer algo, na maior parte do filme é só falar, sem nada acrescentar de novo. Já agora se estão neste filme pela acção, podem esquecer, nada de impressionante e muito pouca. No final quem viu os outros filmes e gostou este é bom e acompanha os outros perfeitamente, no entanto é muito parado e sem grande desenvolvimento e demasiado expositivo, vale a pena ver, numa matine. Quem nunca viu os outros, veja, se gostar veja este depois, talvez em casa.

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publicado às 23:10


Crítica - Holmes e Watson

por falarmd, em 12.01.19

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Ouvi dizer que era mau, e tentei adiar ao máximo ver o filme, infelizmente tive tempo. Neste filme,  detetive Sherlock Holmes(Will Ferrell) e o Dr. John Watson(John C. Reilly) unem esforços para investigar um misterioso assassinato no Palácio de Buckingham. Parece um caso simples e tudo indica que o autor do crime seja o Professor James Moriarty, mestre do crime e adversário de longa data da dupla de investigadores. Mas quando novas pistas e reviravoltas emergem, a maior mente mundial da dedução e o seu fiel assistente terão de usar toda a capacidade e engenho para capturar o assassino e impedir que a Rainha Vitória seja a próxima vítima.

Não tenho tempo de vida para desperdiçar nisto, em 30 minutos estava a olhar para o ecrã e nada tinha piada, nada fazia sentido, os personagens eram idiotas, mas não no bom sentido. A certo ponto apareceu uma actriz que adoro e nem assim consegui continuar. Ninguém é engraçado, nenhuma da piadas acerta, parece ser só choque por choque. Tem uma que devia ser uma piada, mas achei aborrecida. No final , e não vi o filme até ao fim, não consegui, evitar este filme. Adoro a personagem literária e apesar de haver outros filmes que gozam com ela, esses ao menos são engraçados. Evitar ao máximo.

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publicado às 20:30


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