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crítica- Os ultimos Cavaleiros

por falarmd, em 14.05.15

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Um grupo de cavaleiros,liderados por  Raiden (Clive Owen)  ligados por laços de honra e dever a Bartok (Morgan Freeman). Depois de um incidente,iniciam uma missão de vingança pela morte do seu líder às mãos do conselheiro do imperador.os primeiros 15 minutos deste filme são prometedores e são carregados nos ombros de Morgan Freeman cuja personagem é a única que traz alguma luz e carácter a um filme em muitos aspectos já visto e melhor executado.Como é dito na sinopse do filme a personagem de Bartok morre e com ele morre o filme, pois, depois da sua morte temos uma hora de preparação de vingança para um final mais que previsível. Se os combates não são maus, também não são nada de inovador e especial e se o acto final deste filme é previsível não é aborrecido e isso é o melhor que posso dizer. Sendo composto de três actos, a morte de bartok, a desgraça dos cavaleiros e finalmente a vingança, o segundo acto é demasiado longo e aborrecido acontecendo coisas que te deixam a perguntar se era mesmo necessário contar esta história deixando o espectador sem saber se continua a torcer pelo personagem principal e os seus cavaleiros. É este facto que leva a que o acto final seja fraco pois nesse momento apesar da vingança ser satisfatória deixa um vazio e a sensação de que não valia a pena ter visto o filme só para um final forçado e esvaziado de significado. Como disse os combates não são maus mas também não são nada de espectacular e o uso de slow motion apenas prolonga um filme que daria para um episodio da guerra dos tronos. O pior dos combate é que apenas uma personagem foi desenvolvida, se assim o podemos chamar, o que deixa os restantes cavaleiros como personagens ás quais não conseguimos nos apegar e sentir algo quando um morre. Em vez disso apenas esperamos pela seguinte cena de acção, sem querer saber da morte desse cavaleiro que são intercambiáveis entre si.E se um filme deste tipo é tão bom como o seu vilão, Gezza Mott, um conselheiro efeminado, arrogante e cobarde, cuja presença quase não é sentida neste filme, dando a ideia de um vilão genérico e sem carácter ficamos com a ideia da qualidade do filme.

No final este filme é apenas mais um, e eu recomendo que esperem que apareça na televisão para o verem. Um filme que não é nada de especial, parecendo apenas um ensaio estilisto do director que queria ter uma grande cena de acção no filme não pensando a sério em história e personagens.

 

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publicado às 00:12


4 comentários

De Sandy Costa a 06.07.2018 às 01:17

Concordo plenamente!
Acho, inclusive, que a crítica feita pelo site ficou una b*$&@... o filme traz a ideia de conpromisso, honra e caráter. Virtudes, perdidas na sociedade capitalista atual!

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