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O trailer era divertido e gosto dos protagonistas. Neste filme,desde há muito dedicados a proteger o planeta Terra da escória do universo, os Homens de Negro vão agora enfrentar a maior de todas as ameaças: um agente infiltrado na sua organização. Desta vez cabe ao agente H(Chris Hemsworth) e a recruta agente M(Tessa Thompson).

O filme não é mau, mas também não é bom, parece muito apressado. Sinceramente não chegamos a conhecer nenhumas das personagens principais, os vilões são inesquecíveis e o twist é previsível. Hemsworth e Thompson, não são maus, mas não tem muito para trabalhar , as piadas não funcionam muito bem mas a ação é boa. Aliás o que evita que o filme seja pior é o ritmo frenético dos acontecimentos e da ação. Porém apesar dos visuais serem interessantes, nunca sentimos nenhum sentido de urgência.  O destino do mundo está em jogo e estão constantemente a brincar. Acrescentaram um alienígena fofo e engraçado, mas que não faz nada no filme de importante. No final o filme é giro, mas para ver na tv, nunca senti nada pelo que estava a acontecer.

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publicado às 23:34


Cítica: Vingadores: Endgame

por falarmd, em 25.04.19

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O filme que todos estavam á espera, eu inclusive. Neste filme, temos o culminar de múltiplas histórias interligadas, este quarto filme da saga Vingadores significa um ponto de viragem numa jornada épica. Os heróis irão finalmente perceber o quão frágil é a realidade em que vivem e os sacrifícios que devem ser feitos para sustentá-la…

Realmente fica difícil descrever o filme sem estragar muitas das surpresas, lamento, mas terei que ser o mais geral possível. O filme antes demais são 3 horas, mas nunca percebi o arrastar do tempo. A acção neste filme é boa e vai aumentando as complicações até ao clímax final. Todos os personagens tem o seu tempo de brilhar. A comédia está lá mas não tira da urgência que todos sentem e da necessidade que é cumprir determinado objectivo. Thanos não volta a desiludir como vilão. Na negativa, devo dizer que o final arrastou-se demasiado com algumas escolhas questionáveis. Por muito que eu goste do filme Capitã Marvel, ela aqui parece muito arrogante e pouco desenvolvida, sinceramente não gostei muito dela, espero que a melhorem. O filme está cheio de momento emocionantes para os personagens mas que poderiam ter sido feitos de outra forma. No final este filme é para ver no cinema, mesmo que não tenham visto o primeiro conseguem acompanhar,, diversão de princípio ao fim.

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publicado às 20:14


Crítica - Sete estranhos no El Royale

por falarmd, em 22.10.18

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Vi o trailer e fiquei entusiasmado, não tenho tido tempo para ver, mas arranjei para este.Neste filme, sete estranhos, cada um com um segredo por enterrar, encontram-se no El Royale, em Lake Tahoe, um hotel decadente com um passado sombrio. Durante uma noite fatídica, todos terão uma última oportunidade de se redimir... antes que tudo corra mal.

A história e a intenção do filme é boa, só que é demasiado fragmentado e com problemas de passo e manutenção da atenção. Todos os actores dão boas interpretações, principalmente Jon Hamm; Chris Hemsworth e Jeff Bridges, porém isso é cortado com os constantes flashbacks. No inicio que era calmo, eles apenas acrescentam informação, porém a meio e quando acontece algo interessante eles cortam para flashbacks que sinceramente são desnecessários. A tensão que o filme têm é toda esvaziada por isso. Aliás só sabemos do vilão quase no final e entram mais flashbacks. Porém este filme tem os seus méritos, apesar de não gostar da forma, o conteúdo, a história é boa e intrigante e nunca sabemos o que vai acontecer. O final é muito bom e ajuda este filme pois temos a intercepção das diferentes histórias. No final gostei do filme, mas nunca recomendaria pagar para ver, mais vale ver na tv. Para quem apreciar coisas à Taranino este é Bom.

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publicado às 17:03

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Estava ansioso por este filme, mas tive que esperar para ver,valeu a pena. Neste filme, a viagem cinematográfica sem precedentes que se iniciou há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel culmina em "Vingadores: Guerra do Infinito", o mortífero e decisivo confronto. Os Vingadores e os seus aliados terão de estar dispostos a sacrificar tudo na tentativa de derrotar o poderoso Thanos(Josh Brolin), antes que a sua tempestade de destruição e ruína ponha fim ao universo.

Com demasiados heróis para nomear, o filme tem diferentes personalidades que funcionam e que permitem desfrutar deste filme, mesmo não tendo visto os outros. Dito isso, a experiência será melhor se tiverem visto alguns dos outros. O filme é sobre o vilão, Thanos, e os nossos heróis vão lutar em várias frentes de forma a conseguirem superar este obstáculo. O filme apesar de estar em várias direcções e por vezes não percebermos bem algumas decisões, o sentido de urgência está lá. Em nenhum momento descansamos, da cena inicial até ao final. Será justo dizer que o filme não falta em acção e momentos trágicos assim como engraçados. No final o filme é divertido, com duas horas que parecem voar e um final emocionante. Recomendo ver no cinema em toda a glória.

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publicado às 17:20


Crítica - Thor: Ragnarok

por falarmd, em 28.10.17

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Um dos filmes que estava a antecipar para este ano, já o vi na estreia, mas só agora fiz a crítica. Neste filme, aprisionado num ponto remoto do universo e despojado do seu poderoso martelo, Thor(Chris Hemsworth) encontra-se numa corrida contra o tempo para regressar a Asgard e travar o Ragnarok, o apocalipse nórdico que significará a destruição do seu planeta natal e o fim da civilização asgardiana às mãos da implacável Hela(Cate Blanchett), deusa da morte. Antes, terá de sobreviver a um confronto contra outro elemento dos Vingadores, o Incrível Hulk.

Estava a espera de me divertir, mas foi uma agradável surpresa estar ansioso em acompanhar o filme, o intervalo não podia acabar mais cedo. O filme é mais uma comédia que nos entretêm do principio ao fim. Porém a urgência está presente e o vilão do filme é excelente. Blanchet como Hela é um bom vilão que é complexo e ao mesmo tempo percebemos o seu ponto de vista.  A ligação entre loky e thor está presente e dá momentos hilariantes. Algo que funcionou bem, mas que poderia ser mais elaborado é a relação entre Ruffalo e Hemsworth, porém aceitamos a relação e tem momentos muito bons. O filme está cheio de momentos bons, se tenho algum problema é que parece duas histórias diferentes que deviam ser dois filmes. A história da arena é boa, porém a história principal é deixada de lado durante esse tempo. A acção neste filme tem algumas das cenas de acção mais memoráveis. Apesar de não ser necessário ter visto os outros filmes, tem piadas e momentos que ajuda ter visto.A banda sonora também é um interveniente no filme, que combina com a sensação de sci-fi. No final este filme é divertido do principio ao fim e adorei a experiência, vale a pena ver no cinema em toda a sua glória. Ideal para toda a família.

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publicado às 22:37


Crítica - Caça-Fantasmas

por falarmd, em 23.07.16

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 Um filme envolvido em controvérsia, alguns por não quererem mulheres nos papeis principais, eu, achei que os trailers não tinham piada e não sabiam o que queriam ser. Gostei dos dois filmes originais, mas fiquei irritado quando vi os trailers e nem sequer vi uma piada decente ou fiquei a saber se era uma sequela ou reboot. Neste filme temos Erin Gilbert (Kristen Wiig) e Abby Bergman (Melissa McCarthy) são autoras de um livro ignorado que afirma a existência de fantasmas. Anos mais tarde, Gilbert tem uma posição de prestígio como professora na Columbia University, mas a redescoberta do livro torna-a alvo da risota de académicos e estudantes. A hipótese de provar as suas teorias surge quando Manhattan é invadida por espíritos do outro mundo. Gilbert reúne-se a Bergman e com um grupo de novos recrutas,Patty (Leslie Jones )Jillian(Kate McKinnon)tenta salvar o mundo.

Deviam despedir quem fez os trailers, tudo o que lá aparece está descontextualizado e no filme é engraçado. No entanto, digo engraçado mas não hilariante , pois apesar das piadas serem boas, acho que só achei uma hilariante e o resto engraçado mas nada de memorável. O filme nos primeiros actos é excelente, não é uma obra prima da comédia, mas tem boa química entre as personagens e conseguem criar um mundo relativamente credível. O terceiro acto, e final do filme, estraga toda a boa vontade para com o filme, simplesmente porque não é muito bem executado. As melhores cenas neste filme são as interacções entre as personagens e não quando estão a caçar fantasmas. Pessoalmente achei que quando estavam a caçar fantasmas parecia um bocado genérico sem nada que o destacasse doutros filmes deste género. O que ficou claro no grande final, pois a acção e o combate final pareceu igual aos demais e sem grande carga emocional ou investimento no que acontece á cidade ou aos protagonistas. Outro problema é que a maioria das personagens agem como idiotas, se no caso de Chris Hemsworth funciona, nas outras personagens irrita. Gostei da personagem de Wiig pois ela era a única que parecia real, se bem que um bocado exagerada nas atitudes. Os outros estavam bem, e de novo, as interacções entre elas é o melhor que o filme tem. Os efeitos especiais são bons mas demasiado coloridos. Um grande problema no filme, que é notório para quem viu o original, é a enorme quantidade de pessoas e coisas do filme original que basicamente param o filme só para aparecer.E o vilão é inconsequente, pois nunca sabemos como faz o que faz e os motivos. No final o filme é bom para o que é, mas nada de memorável, se virem numa matine pode ser divertido, pois apesar do que disse o filme tem os seus momentos.

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publicado às 00:54


Crítica - O caçador e a Rainha do gelo

por falarmd, em 20.04.16

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 Apesar do primeiro não ser um bom filme, eu gostei, tinha ideias e visuais interessantes. Esta continuação focasse no caçador e uma imitação de "Frozen". Neste filme o mundo de "Branca de Neve e o Caçador" expande-se para dar a conhecer a profunda e perigosa ligação entre os destinos do Caçador e da Rainha Ravenna. Muito antes de ter sido vencida pela lâmina de Branca de Neve, a Rainha Ravenna (CharlizeTheron) assistiu em silêncio à traição sofrida pela sua irmã Freya (Emily Blunt) que a levou a abandonar o reino. Com o poder de congelar qualquer inimigo, Freya passou décadas num remoto palácio de inverno a criar uma legião de perigosos caçadores - incluindo Eric (Chris Hemsworth) e Sara (Jessica Chastain). Quando sabe da morte da irmã, Freya convoca os soldados que lhe restam para recuperar o Espelho Mágico e trazê-lo à presença da única feiticeira viva capaz de dominar o seu poder...

Gostei de ver este filme, no entanto tenho que reconhecer as suas grandes falhas. Os visuais continuam incríveis, e se gostaram deles no filme anterior, este é uma boa continuação. A acção é interessante, mas não é o foco principal deste filme. O que temos é uma história de amor, rivalidade de irmãs, alguma comédia. O maior problema do filme, é que introduz a rainha do gelo, para depois não fazer nada de interessante com ela. Apesar de percebermos os seus motivos, nunca sentimos verdadeiramente ameaça da sua parte. É tão mal utilizada, que quando no clímax do filme, ficamos apenas a sentir que poderia ter sido melhor feito, de modo a ter maior significado.O que eleva o filme são as interpretações, se Blunt não fosse tão boa a interpretar e convir emoções, o impacto final não seria tão grande.Num aparte, ela é basicamente a cópia de Elsa de Frozen. Mas o que torna o filme em algo agradável é Hemsworth, cujo filme é basicamente sobre ele, e por causa disso muitas personagens são deixadas de lado. Mas ele traz muito carisma ao filme, e apesar de ser o herói, ficamos apegados á sua personagem e sempre que aparece traz algo divertido/carácter ao filme. Theron, lamento dize-lo quase não aparece no filme e quando aparece é boa, mas no outro foi melhor. Muita da comédia vem dos anões, alguma funciona, outra não. Chastain, sinto que é desperdiçada no filme, pois apesar de ter boa química com Hemsworth, a sua personagem não evolve verdadeiramente ao longo do filme. E o grande problema do filme é a história, é simples e previsível, e se não fosse pelos actores, não teria-mos muito interesse no que se está a passar. Hemsworth até tem uma fala em que diz que o plano é simples, o que é irónico pois a história do filme, na sua essência é simples, mas conseguem complica-la com elementos desnecessários. Fazem muita exposição de coisas, que poderiam ser fixes de ver, mas que no final apenas ouvimos eles falarem terem feito. Os outros caçadores, pouco fazem, no entanto no final tem uma cena que fiquei emocionado, na relação da rainha e os seus súbditos. Gostei do filme, mas cada vez mais sinto que o filme não acrescenta nada á mitologia desta série. No final, se tiverem gostado do original, vão gostar deste, mas não posso sinceramente recomendar ver no cinema. Se juntarem um grupo de amigos que gostou do original e virem numa matine, será um bom tempo passado. Mas para o resto das pessoas, e em alguns pontos para esses também, é um filme para ver na TV. Mas ficarão satisfeitos de o terem visto, só não é necessário ir ao cinema de propósito ver, podem esperar.

 

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publicado às 00:28


Crítica - No coração do mar

por falarmd, em 06.12.15

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A ideia de fazer um filme sobre uma história verídica, geralmente ou corre muito bem ou é um falhanço total, para não falar no facto que costumam tomar muitas liberdades na parte "verídica". Este filme passa-se no inverno de 1820, o Essex, um navio baleeiro de Nova Inglaterra, foi atacado por algo inacreditável: uma baleia com um tamanho e determinação gigantescas e um sentido de vingança praticamente humano. Este foi o desastre marítimo que inspirou "Moby Dick", de Herman Melville. Mas o livro contou apenas metade da história. "No Coração do Mar" revela as consequências deste encontro, com a tripulação a ser levada ao limite e forçada a fazer o impensável para sobreviver. Enfrentando tempestades, fome, pânico e desespero, os homens vão colocar em causa a suas crenças mais profundas, desde o valor real das suas vidas à moralidade do seu ofício. Ao mesmo tempo, enquanto o capitão (Benjamin Walker) procura uma saída no mar imenso, o imediato Owen Chase, (Chris Hemsworth) tem apenas um pensamento: destruir a baleia gigante. Apesar de não conhecer a história, sinto que este filme esforçou-se por ser o mais fiel possível ao texto original, e foi algo bom e num aspecto algo mau. O filme começa com o ultimo tripulante do Essex a contar a história do que aconteceu ao autor de "Moby dick", interpretado espectacularmente por Brendan  Glesson. Porque o actor foi tão bom conseguiu inserir muita emoção a cortes que aparecem ao longo do filme, e ao mesmo tempo inserir ainda mais drama ao filme. Falando das personagens e dos actores, temos também que destacar Tom Holland que interpreta a personagem mais jovem de Glesson. Hemsworth dá uma boa interpretação no filme, mas em certos momentos volta a interpretar um carácter tipo Thor, onde brilha é no terceiro acto do filme em que tem que lidar com as consequencias dos seus actos. Benjamin Walker também esteve bem como o capitão que gostamos de odiar mas que depois conseguimos ganhar algum respeito. Sendo um drama, esperem cenas potentes de drama humano, mas que por ser uma história verídica, o terceiro acto sabe a pouco. Apesar de ser nesse acto que temos a maior parte do drama, o filme não conseguiu sair de um tom demasiado calmo que tornou esta parte do filme quase como que um arrastar da situação até ao inevitável resgate. Dito isso, este filme consegue que sintamos o que era navegar naquela altura, as dificuldades, os visuais, tudo isso dá uma experiencia imersiva naquilo que é ser navegador. Algo que tenho que aplaudir o realizador, foi que ele não se coibiu de mostrar a caça as baleias e tudo o que isso implica. Mas não numa maneira que celebre esse acto mas ao mostrar o realismo desse acto.Na minha opinião, foi o realizador que conseguiu criar uma história envolvente e que nos faz querer que a tripulação sobreviva, no entanto por ser (possivelmente) tão fiel á fonte, o terceiro acto arrasta-se tornando o filme chato nesse ponto.Algo que tem que ser dito é que a cinematografia deste filme é excelente, quase não conseguimos distinguir as partes de CGI. E os horizontes, todo o visual do filme, faz-nos sentir que estamos no alto mar com as personagens. Para quem gosta de dramas e de se envolver numa história este filme é para ser visto no cinema numa matine, para o resto dos cinéfilos diria que é para ver na TV pois duas partes excelentes não compensam uma terceira parte mais parada.

 

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publicado às 01:06


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