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Crítica -Kubo e as duas cordas

por falarmd, em 11.09.16

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 Adoro as animações deste estúdio, por isso estava ansioso por ver este filme, o trailer era espectacular. Neste filme, Kubo, vive humildemente contando histórias fantásticas às pessoas da sua sonolenta aldeia à beira-mar e cuidando da mãe. A sua calma existência é perturbada quando acidentalmente convoca um espírito do passado que desce dos céus para cumprir uma vingança ancestral. De súbito, vê-se obrigado a fugir de deuses e monstros enquanto procura a armadura mágica que pertencia ao seu pai, o maior de todos os samurais.

O meu único problema com este filme é que o tipo de animação que usam, é lindo, principalmente no grande ecrã, mas fiquei sempre com a impressão que poderia ser feito com CGI. Dito isso, este é um filme perfeito para toda a família. Os pais vão gostar e apreciar os temas mais profundos do filme. Os mais novos vão adorar a história e os visuais, para além da acção. A acção neste filme está muito bem conseguida, tem lutas que são melhores que muitos filmes de acção. As personagens, são excelentes, que visto numa segunda vez irão se aperceber de subtis nuances que vos farão apreciar ainda mais o filme. Adorei a personagem da macaca, e as suas interacções com Kubo e o samurai. Kubo em si, captura perfeitamente o comportamento de uma criança desta idade, mas também é corajoso e interessante. A história é simples, mas cheia de duplos sentidos que vistos uma segunda vez serão ainda mais apreciados. O filme tem alguns "twists" que apesar de poderem serem considerados óbvios, estamos tão envolvidos na história que não nos damos conta e ficamos surpreendidos quando acontecem. Já abordei isto, mas a animação e os visuais são feitos para serem vistos no cinema. No final, adorei este filme, fiquei emocionado no final, quis rever o filme, o que mais há para dizer, um filme para ver no cinema e que irei comprar em dvd.

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publicado às 13:39


crítica/recomendação The DUFF

por falarmd, em 03.06.15

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 The DUFF é uma comédia romântica adolescente na qual Bianca(Mae Whitman) está no ultimo ano acompanhada pelas suas duas melhores amigas Jess(Skyler Samuels) e Casey(Bianca Santos).Um dia, Wes(Robbie Amell) amigo de infância comenta que ela é a amiga gorda do seu grupo de amigas (DUFF-Designated ugly fat friend) e que os rapazes só olham para ela para falar com as suas amigas.Depois de perceber que ele fala a verdade, ela faz um acordo com ele, onde ela ajuda-o a passar de ano se ele a ajudar a parar de ser uma DUFF. A partir desta sinopse poderíamos pensar que é apenas outro filme de adolescentes, mas devido a química entre as personagens e uma boa escrita do guião este filma demarca-se dos demais. Neste filme Bianca é credível como DUFF, principalmente se comparada com as outras amigas. Talvez seja esse facto que torna este filme tão real e também o andamento deste filme que nos faz acreditar no romance entre as personagens e na amizade entre as três amigas. Não é um filme cuja história seja difícil de adivinhar, por isso não vou abordar esse aspecto, quero no entanto realçar as actuações das personagens.Outro aspecto que é muito bom neste filme é a comédia, sem ser muito óbvia, é subjacente a todo o filme, e não contam com comédia fácil sendo mais de situação. No final a moral é que tu também podes ser a DUFF do teu grupo, depois de ver este filme vais ver as tuas relações de outra maneira. Considerando isto tudo, este filme é algo que veria no cinema e que recomendaria comprar o DVD para ter este filme na colecção e reviver um filme realmente engraçado que nos leva aos tempos da secundária.

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publicado às 23:29


crítica - Mad Max: Estrada da Fúria

por falarmd, em 19.05.15

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Mad Max: Estrada da Fúria o novo filme de George Miller, que passados 30 anos volta ao universo de Mad max. A história deste filme é a seguinte: perseguido por um passado turbulento, Mad Max(Tom Hardy) acredita que a melhor forma de sobreviver é não depender de outros. Apesar disso, aceita juntar-se a um grupo de rebeldes liderado por Furiosa(Charlize Theron) que atravessa a Wasteland. O bando foge da Cidadela tiranizada por Immortan Joe, a quem algo insubstituível foi roubado. Exasperado com a perda, o Senhor da Guerra reúne o seu gangue letal e inicia uma impiedosa caçada. Apesar deste filme se chamar Mad Max, este filme tem como personagem principal e na qual gira a história a personagem de Charlize Theron que faz um desempenho extraordinário como furiosa  e domina completamente a acção e o próprio Mad Max. Max neste filme tem um papel inferior para quem tem o nome no filme. Dito isso, este filme é uma longa perseguição de carros por 2 horas que consegue  começar com forte acção e continuar nesse ritmo o restante do tempo. Visualmente estonteante e como disse anteriormente, cheio de acção, mas acção que é espectacular, frenética e linda de se ver. Se formos a ver, o filme não tem muita história nem desenvolvimento de personagens, mas ao mesmo tempo, a acção é uma personagem, os carros são uma personagem e de certa forma o desenvolver da acção consegue nos manter interessados e sem tirar os olhos do ecrã. Se gostam de filmes de acção este é uma obra prima, mas ao mesmo tempo não podemos escamotear as suas falhas. Como diz o titulo, estrada da fúria, este filme é uma longa perseguição e com muito pouca história. A personagem de Tom Hardy, e supostamente o herói do filme é subaproveitado sendo este filme principalmente de Charlize. Sei que estou a repetir muitos dos mesmos pontos mas não quero estragar o filme, este filme é feito para ser visto no cinema e não o posso recomendar mais, a não ser dizer que irei comprar o filme quando sair em DVD. Numa nota póstuma queria referi a prestação de Nicholas Holt que de certa forma é o coração deste filme e nas cenas que aparece é espectacular.

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publicado às 21:18


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