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Considerando os filmes relacionados eu estava a espera de diversão, os trailers prometiam. Neste filme, primeiro spin-off de "Velocidade Furiosa", com Dwayne Johnson e Jason Statham a retomarem os papéis de Luke Hobbs e Deckard Shaw. Desde que o possante Hobbs (Johnson), um dedicado operacional do Serviço de Segurança Diplomática dos Estados Unidos, e o rebelde Shaw (Statham), um antigo agente do exército britânico. Agora, quando Brixton (Idris Elba), um anarquista cibernético geneticamente alterado, assume o controlo de uma ameaça biológica que pode mudar a humanidade para sempre, os dois inimigos têm de se unir para destruir o único homem mais perigoso do que eles.

Prometiam ação e cumpriram, diversos tipos de ação desde luta corpo a corpo até a corridas e lutas com veículos. No entanto, foi demais, o filme é duas horas, sem grande desenvolvimento das personagens, e com demasiada ação. Há tanta ação que se torna demais, ficamos cansados dela. Se não levarmos o filme demasiado a sério, como ele também não faz, podemos ignorar a história demasiado simplista e com excessivas cenas de ação. Todos são bons no papel,Johnson e Staham têm bastante química e as suas interacções são brilhantes. O vilão, Elba, está a aproveitar para ser excessivo e isso funciona. Há vários cameos surpresa que são excelentes. No final o filme é engraçado, com muita ação e pouca história, mas para diversão vale a pena ver no cinema, mas por ser muito longo, diria que numa matine, se cortassem algumas coisas seria muito melhor.

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publicado às 21:42


Crítica - aranha-Céus

por falarmd, em 15.07.18

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Não estava a espera de muito deste filme, os trailer não convenciam. Neste filme, Will Ford(Dwayne Johnson), antigo líder de uma equipa de resgate do FBI e veterano de guerra, é agora um consultor que avalia a segurança em arranha-céus. Na China, o mais alto e seguro edifício do mundo está em chamas e Ford foi injustamente apontado como o responsável pelo desastre. Procurado e em fuga, Will tem de encontrar os culpados, limpar o seu nome e descobrir uma forma de salvar a família que se encontra presa dentro do edifício, acima da linha de fogo.

Admito que a ideia parecia estúpida, mas a certo ponto deixamos de questionar e vemos apenas o filme. A história a meu ver é um bocado forçada, faz sentido mas é telegrafada desde o inicio. Nada surpreende e não há um sentido de urgência pois as personagens não são cativantes. Mesmo Johnson, tem dificuldade em colocar todo o charme ao seu serviço. Gostei da mulher, Neve Campell, que foi competente e sabia se desenrascar. O fogo é giro , mas não fazem dele o perigo principal, aliás o problema deste filme é não ter um vilão definido, por vezes é um depois é outro. Dito isso , o filme é divertido, se ignorar-mos a lógica, e dá para divertir, diria ver numa matine pois é inofensivo.

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publicado às 20:21


Crítica - Rampage - Fora de controlo

por falarmd, em 15.04.18

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Outro filme baseado num vide-jogo, este não conheço, mas o trailer prometia. Neste filme, temos o primatologista Davis Okoye (Dwayne Johnson) é um homem solitário que partilha um laço indestrutível com George, um gorila extraordinariamente inteligente que Okoye tem criado desde o seu nascimento. Mas uma experiência genética que corre tremendamente mal transforma este primata dócil numa criatura furiosa e gigante. A situação piora quando se descobre que existem outros animais igualmente afetados por esta mutação. Enquanto estes novos predadores-alfa atravessam a América do Norte, destruindo tudo o que encontram no seu caminho, Okoye junta-se a uma desacreditada engenheira genética(Naomie Harris) para criar um antídoto, enquanto enfrenta um campo de batalha em constante mudança, não só para evitar uma catástrofe global, mas para salvar a temível criatura que foi, outrora, sua amiga.

 

O filme é estúpido e sabe isso, mas eu diverti-me imenso. O filme apesar de mudar de tom várias vezes, nunca pára e é sempre cativante. As mudanças de tom são intrigantes pois em certos momentos o filme quase parece de terror. Contudo, com uns vilões exagerados e a ignorar a estupidez dos seus planos, aceitamos. Mesmo os agentes governamentais, aqui representados por Jeffrey Dean Morgan, são a típica caricatura de agentes. Johnson continua muito divertido nas suas interacções e acreditamos na relação com o primata. Aliás é a força dessa relação que leva a acreditar naquilo que ele faz e na sua inclusão nos planos. O filme tem muita comédia, alguma funciona outra não mas nunca é incomodativo. O filme em termos de acção leva o seu tempo a chegar a ela, porém a meia hora final deste filme cumpre o prometido com uma luta entre os vários monstros. Só fiquei decepcionado com o tratamento de um monstro, e a cena final, que estenderam um minuto a mais. Já agora Jhonson neste filme é invencível e a certo ponto luta contra os monstros, porque sim.... No final este filme é muito divertido e recomendo ver no cinema para apreciar o espectáculo e levar amigos.

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publicado às 15:50


Crítica - Jumanji - Bem-Vindos À Selva

por falarmd, em 27.12.17

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O trailer não prometia nada de especial, fiquei surpreendido. Neste filme, quatro estudantes da escola secundária descobrem uma antiga consola de jogos de vídeo, com um jogo do qual nunca tinham ouvido falar: Jumanji. Quando iniciam o jogo são transportados para um ambiente de selva, transformando-se, literalmente, nos seus próprios avatares: Spencer, um viciado em gaming, passa a ser um aventureiro cerebral (Dwayne Johnson ); a estrela do futebol, Fridge, perde (e são estas as suas palavras) "o primeiro meio metro do seu corpo", transformando-se em Einstein (Kevin Hart ); Bethany, uma das miúdas populares, passa a ser um professor de meia idade (Jack Black ); e a tímida Martha assume a pele de uma guerreira destemida (Karen Gillan). Depressa descobrem que não se podem limitar a jogar Jumanji – têm de sobreviver ao jogo. E para regressarem ao mundo real, terão de passar pela mais perigosa aventura das suas vidas, descobrir o que Alan Parrish deixou para trás há 20 anos e mudar a sua visão deles próprios, ou ficarão presos para sempre no interior de Jumanji...

O filme é hilariante, admito que os primeiros dez minutos são lentos, mas necessários para estabelecer as personagens. Todos fazem um bom papel desde Johnson como alguém tímido no interior e Gillan como alguém recatado. É as diferenças entre as personagens reais e a do jogo que tornam o filme muito engraçado, e Black rouba o filme com a sua interpretação de uma adolescente num corpo de um homem. O filme estabelece regras e segue tudo até ao fim, tem momentos que não conseguimos parar de rir. A acção está boa e apesar de o vilão ser mal executado, é as personagens e as suas interacções que tornam o filme em algo interessante. No final este é uma das maiores surpresas do ano, uma boa comédia para toda a família, ver no cinema.

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publicado às 16:27


crítica - Baywatch - Marés vivas

por falarmd, em 20.07.17

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O trailer prometia algo parecido com 21 jump street, estava ansioso por este filme. Neste filme passado em Emerald Bay, ninguém se destaca mais do que o lendário salva-vidas Mitch Buchannon (Dwayne Johnson). Como líder da equipa Baywatch, Mitch tornou-se uma espécie de herói popular. Experiente e empenhado, vê-se obrigado a aturar Matt Brody(Zac Efron), um antigo nadador olímpico mal comportado e brincalhão que chega a Emerald Bay na expectativa de conseguir lugar na competitiva equipa Baywatch. O grande teste para a nova equipa Baywatch surge quando uma nova e perigosa droga dá à costa em Emerald Bay, um facto que coincide com a inauguração do The Huntley Club, um resort de luxo propriedade de Victoria Leeds (Priyanka Chopra). Como dona do The Huntley Club, Leeds procura adquirir e fechar as lojas locais da Emerald Bay para expandir a sua operação, uma atitude que a leva a um conflito direto com Mitch e companhia...

Eu gostava da série dos anos 90, porém este filme faz ver o ridículo da série. O maior problema do filme é que ao fazerem isso, tudo o que fazem não faz sentido. A primeira parte do filme é engraçada, a química entre Johnson e Efron funciona, mas quando começam a investigação tudo parece forçado e irreal. Algumas piadas são demasiado forçadas, assim como o contexto e tem personagens que não fazem sentido. Continuam a por foco nas raparigas por causa do corpo. As personagens não evoluem e tomam decisões estúpidas e ao mesmo tempo não queremos saber. A acção é gira mas não é a principal coisa do filme, nem é muito imaginativa. No final, este filme é esquecivel, mas se virem na tv podem gostar, pois podem avançar certas cenas.

 

 

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publicado às 11:39


Crítica - Velocidade Furiosa 8

por falarmd, em 15.04.17

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 quem diria que chegava a 8 filmes. Neste filme,Dom(Vin Diesel) e Letty(Michelle Rodriguez) estão em lua-de-mel. É então que uma misteriosa mulher (Charlize Theron) parece seduzir Dom para o mundo do crime. Incapaz de escapar à influência da recém-chegada, acaba por trair os que lhe são mais próximos, pondo-os à prova. Da costa de Cuba às ruas de Nova Iorque e até às planícies geladas do ártico no Mar de Barents, a equipa vai voltar a unir-se para atravessar o mundo, impedir que uma anarquista lance o caos e trazer de volta a casa o homem que os transformou numa família.

Se eu aceitei o ridículo dos últimos 3 filmes, tenho que aceitar o deste.Vamos simplificar, tem muita acção, explosões, carros, e a noção de família. E basicamente é isso que esperamos destes filmes. Desta vez temos mais carros e razões para ter os carros.A acção tem momentos muito bons, se virem no trailer já sabem o que esperar. A história faz algum sentido e dá para perceber. Os personagens continuam a ser engraçados, mas gostei principalmente das interacções entre Dwane Johnson e Jason Statham e as de Tyrese Gibson. Se viram os outros e gostaram , este não decepciona. porém tenho que apontar falhas graves no filme, que apesar de esperar pouco destes filmes estas, foram demasiado graves. Para começar a vilã do filme não necessita exactamente de Diesel para fazer o que quer, parece mais forçado que outra coisa. O que ela usa para o forçar a fazer aparece do nada, eu não me lembrei. Ela tinha demasiado poder e precisava de alguém para correr carros? O tom do filme não funciona, pois temos um tom sério nas cenas de Diesel e Theron, ameaçador mesmo, porém um mais descontraído e quase brincalhão do lado dos "furiosos". Não dá para levar a sério a ameaça , assim como a noção de perigo. O diálogo e as falas de algumas personagens é tão mau que qualquer pessoa nota. No final, quando vamos ver este filme é por diversão pura e nisso ele cumpre. Algumas das cenas de acção merecem ser vistas no cinema, e é apenas por isso que digo que vale a pena ver no cinema. E sinceramente, não adiantava o que eu dissesse, continuariam a ir ver.

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publicado às 00:38


Crítica - Central de inteligência

por falarmd, em 22.06.16

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Uma comédia que não esperava muito, pois os filmes de Kevin Hart não tem sido os melhores, mas este tem Dwayne Johnson, mais conhecido por "the Rock". Neste filme temos o antigo marrão da classe,Bob(Dwayne Johnson) agora um mortífero agente da CIA, regressa a casa para a reunião de antigos alunos do liceu. Afirmando estar envolvido num caso ultra-secreto recruta o antigo herói da escola,Calvin(Kevin Hart) agora um vulgar contabilista, para o ajudar. Quando este percebe onde se meteu é demasiado tarde para fugir. De repente, vê-se envolvido num mundo cheio de tiroteios, traições e espionagem que pode custar-lhes a vida de muitas e diferentes formas.

Não estava á espera de grande coisa neste filme, mas conseguiu me surpreender, muito por causa dos dois protagonistas. Como comédia, o filme tem alguns momentos hilariantes e é principalmente devido á dinâmica de Johnson e Hart. A acção é boa e tem alguns momentos muito bons, mas o foque neste filme não é tanto a acção mas sim as circunstâncias que os heróis se encontram. Apesar de neste tipo de filme a história não interessar muito, neste filme ela é um detrimento pois faz coisas que fogem do senso comum e destacam que a história em si é muito fraca e previsível. No entanto o filme aborda assuntos mais sérios como as consequências de "Bullying", e como é difícil superar o trauma. Algo que gostei, foi ver Hart no papel sério na dupla, apesar de haver momentos em que ele retorna ao nível histérico que o caracteriza. Mas a grande estrela do filme, e aquele que temos mais interesse, é Johnson cuja insistência e modos brincalhões fazem a grande parte da piada do filme. No final, é um filme que não sabe bem o que quer ser, mas devido aos protagonistas consegue se superar. Apesar de haver um momento mais parado do filme, no final estava investido e queria que os heróis vencessem. Não é mau, e se virem numa matine, vão ter comedia e acção QB.

 

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publicado às 18:08


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