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Crítica - Stuber

por falarmd, em 14.07.19

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O trailer parecia engraçado, mas a premissa não é nova. Neste filme, um educado motorista da Uber (Kumail Nanjiani) recebe como cliente um polícia grisalho (Dave Bautista) e acaba por ver-se envolvido numa perseguição a um assassino brutal, sendo obrigado a usar a sua inteligência de forma a manter a vida e… a sua avaliação de cinco estrelas.

Os actores principais até são engraçados e funcionam bem juntos, porém as piadas são fracas, algumas não funcionam e só no final houve piadas realmente engraçadas. A acção é genérica e os personagens não são propriamente cativantes, ou um é demasiado simpático ou o outro é demasiado agressivo. Algumas histórias secundárias são mais interessantes que a principal, e a principal não faz grande sentido. No final é um filme que falha comédia, a acção e a história, não é própriamente mau, mas muito genérico, a evitar.

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publicado às 19:46


Crítica - As vigaristas

por falarmd, em 22.06.19

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Adoro as atrizes, e o trailer parecia algo engraçado. Neste filme, Josephine Chesterfield (Anne Hathaway) é uma britânica sedutora e repleta de glamour, com uma casa enorme no sul de França e a tendência para burlar homens ricos e ingénuos. No seu mundo meticulosamente organizado entra de rompante Penny Rust (Wilson), uma australiana tão desprendida e foliona quanto Josephine é calculista e astuta. Enquanto Penny junta montes de dinheiro com pequenas burlas em bares, Josephine enche o cofre com enormes diamantes após ludibriar as suas presas em casinos luxuosos. Apesar dos métodos diferentes, ambas são mestres na arte da vigarice e vão unir esforços para darem a volta a um jovem e ingénuo bilionário da informática (Alex Sharp).

Vou ser sincero, não consegui ver o filme até ao fim, no intervalo vim-me embora. A comédia não estava a funcionar, era demasiado forçado, ninguém acreditaria que algum dos golpes fosse verdadeiro. A química entre as duas protagonistas não existe. Eu gosto das atrizes, mas uma só faz o papel de gorda trapalhona e a outra parece que gosta de a aturar, quando isso não faz sentido. A comédia é subjectiva, mas para mim não encontrei nenhuma. No final este filme foi uma decepção, evitar.

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publicado às 23:15


Crítica - Os Mortos não morrem

por falarmd, em 22.06.19

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Eu adorei o trailer do filme, parece mesmo o tipo de filme que gosto. Neste filme, na tranquila e pequena cidade de Centerville, passa-se algo de muito errado. A lua paira larga e baixa no céu, as horas de claridade estão a tornar-se imprevisíveis, e os animais começam a exibir comportamentos fora do normal. Ninguém sabe bem porquê. As notícias são assustadoras e os cientistas mostram-se preocupados. Mas ninguém prevê as mais estranhas e perigosas consequências que em breve vão começar a assolar Centerville. Os mortos erguem-se dos seus túmulos para atacarem e devorarem os vivos, e os habitantes da cidade têm de lutar pela sobrevivência.

O filme não sabe o que quer ser, comédia ou horror, as piadas não funcionam, acho que só achei engraçado a uma coisa. O filme é muito parado, com uma mensagem ambientalista exagerada, para além que não há mistério nenhum, já sabemos o que está a acontecer. Os atores são bons, mas não têm nada para fazer a não ser comentar sobre o que está a acontecer. Tem histórias que levam a lado nenhum, o final não faz sentido e torna o filme desnecessário. No final este filme foi uma perda de tempo, estive sempre à espera que ficasse bom, não ficou, evitar.

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publicado às 22:51


Crítica - Holmes e Watson

por falarmd, em 12.01.19

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Ouvi dizer que era mau, e tentei adiar ao máximo ver o filme, infelizmente tive tempo. Neste filme,  detetive Sherlock Holmes(Will Ferrell) e o Dr. John Watson(John C. Reilly) unem esforços para investigar um misterioso assassinato no Palácio de Buckingham. Parece um caso simples e tudo indica que o autor do crime seja o Professor James Moriarty, mestre do crime e adversário de longa data da dupla de investigadores. Mas quando novas pistas e reviravoltas emergem, a maior mente mundial da dedução e o seu fiel assistente terão de usar toda a capacidade e engenho para capturar o assassino e impedir que a Rainha Vitória seja a próxima vítima.

Não tenho tempo de vida para desperdiçar nisto, em 30 minutos estava a olhar para o ecrã e nada tinha piada, nada fazia sentido, os personagens eram idiotas, mas não no bom sentido. A certo ponto apareceu uma actriz que adoro e nem assim consegui continuar. Ninguém é engraçado, nenhuma da piadas acerta, parece ser só choque por choque. Tem uma que devia ser uma piada, mas achei aborrecida. No final , e não vi o filme até ao fim, não consegui, evitar este filme. Adoro a personagem literária e apesar de haver outros filmes que gozam com ela, esses ao menos são engraçados. Evitar ao máximo.

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publicado às 20:30


Os dez piores de 2018

por falarmd, em 30.12.18

Isto é a minha opinião e alguns filmes que estarão nesta lista não são maus, apenas desiludiram e tinham potencial para mais. Este ano não vi tantos filmes como queria, o que significa que tive que fazer uma selecção e os filmes piores até podem não estar nesta lista. Dito isso estes são os que me chatearam mais por uma ou outra razão.

10 -Han Solo: Uma História de Star Wars

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Um filme com tanto potencial, ficamos com uma história forçada, cheia de coisas que não queríamos saber e com muitas personagens para esquecer. Não é mau, mas devia ser ao menos bom. No final acabou por ser desnecessário e uma perda de tempo.

9- Mundo Jurássico: Reino Caído

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Gostei do outro, mas este parece mais do mesmo e insistem em ideias estúpidas, o final então torna o filme de parvo para estúpido. Face palm. sem hesitar. Pouca originalidade.

8 -Cães à Solta

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Este filme é de evitar, sem piada e ofensivo, como eu não estava à espera de coisa boa, não está tão alto na lista. Apenas vi pois tinha cães.

7 -Batalha do Pacífico: A Revolta

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Este não é mau, mas leva-se demasiado a sério. Muita pouca originalidade e com história que é previsível, se viram o trailer viram o melhor do filme.

6-Robin Hood

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Queriam falar sobre a sociedade actual, só que de forma forçada, e o final foi algo que me irritou profundamente. 

5 -Pela Hora da Morte

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Eis um filme que mostra como estragar uma ideia interessante, aliás o potencial desperdiçado é a razão por estar nesta lista. pelo menos tem algumas piadas engraçadas.

4-A Agente Vermelha

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Um filme que pensa que é mais profundo do que é. Sexualidade gratuita, uma história demasiado elaborada e pior que tudo aborrecido. Os visuais estão giros.

3 -The Nun - A Freira Maldita

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Este está aqui porque todos os amigos que tenho, que são generosos com o horror e aceitam muita coisa, mesmo eles não gostaram do filme. É quase uma menção honrosa, mas pertence a um universo que eu até gosto.

2 -O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

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Eis um filme que ninguém pediu e consegue ser aborrecido, sem sentido e um desperdício de tempo. Nada de bom a dizer sobre este filme.

1 -As Cinquenta Sombras Livre

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A única coisa boa é que é o ultimo, a sério pessoal, se querem algo sexy vejam porno. Tanto tempo à volta de não problemas e chato, sem sensualidade. Raparigas tenham juízo.

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publicado às 23:57


Crítica - As cinquenta sombras livre

por falarmd, em 11.02.18

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Supostamente o capítulo final, e já vai tarde, pelo menos achei divertido. Neste filme, recém-casados e convencidos de que deixaram para trás os aspetos mais sombrios do passado, Christian(Jamie Dormam) e Anastasia(Dakota Johnson) assumem uma ligação inseparável e partilham uma vida de luxo. Mas assim que ela assume o papel de Sra. Grey e ele consegue alguma estabilidade, logo surgem novas ameaças que podem comprometer o final feliz antes deste sequer começar.

Não estava à espera de muito, porém sempre a mesma coisa em ciclos por mais de metade do filme, só aparece algo diferente no final e mesmo isso é forçado. Esta relação vai do tóxica ao estupida em minutos, não só se casaram pelos vistos não tendo falado de coisas importantes como continuam com o mesmo tipo de comportamentos em relação um ao outro. Se há algo de positivo a dizer é que Anastasia por vezes chama a atenção a Grey as idiotices que ele e outros fazem, para depois fazer algo ainda mais idiota. O filme está cheio de momentos para vender a banda sonora, e por mais que eu critique Suicide squad por fazer o mesmo, esse filme fazia sentido.Isto está no trailer por isso não é spoiler, mas tem uma discussão sobre ela manter o nome de solteira por causa do emprego, que quando o marido comprou a firma lhe foi dado, enfim. Para quem estava à espera das cenas picantes, continuam a ser inofensivas e sinceramente aborrecidas. Devo realçar que se forem amigos dos dois, não viagem com eles. No final este filme continua a ser muito sério para a estupidez no ecrã, não é sexy nem nada, de evitar. Vão ver porno é mais interessante e com mais história.

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publicado às 19:01


Crítica - Emoji: o filme

por falarmd, em 09.08.17

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 Eu sabia que as criticas diziam mal deste filme, mas como era animação como podia ser assim tão mau. Neste filme temos o mundo secreto nunca antes visto do interior de um smartphone. Escondida na aplicação de mensagens de texto está Textopolis, uma cidade fervilhante onde vivem os emojis, nas esperança de serem selecionados pelo utilizador do telefone.Neste mundo, cada emoji tem apenas uma expressão facial. Todos exceto Gene , um exuberante emoji que nasceu sem filtro e está repleto de múltiplas expressões. Determinado a tornar-se "normal", Gene pede ajuda ao seu melhor amigo, Hi-5  e à emoji especialista em descobrir códigos, Jailbreak . Juntos, vão dar início a uma app-ventura através de algumas das mais conhecidas aplicações para smartphone, cada uma com o seu mundo divertido e selvagem, até descobrirem o código que tornará Gene "normal". Mas quando um enorme perigo ameaça o telefone, o destino de todos os emojis passa a depender destes três amigos que passam a ter como missão salvar o seu mundo antes que seja apagado para sempre.

O filme têm animação decente e é colorido, tudo isso são os aspectos bons deste filme. Eu quase adormeci a meio deste filme. A mensagem do filme está por todo o lado, não sei o que querem transmitir, se é ser igual ou diferente. As regras dos telemóveis e como acaba o filme não faz sentido. O filme está cheio de anúncios ou referências a outras aplicações.Pior que tudo, não é engraçado,  tem piadas que parecem dirigidas a um publico mais velho que não funcionam,  piadas demasiado básicas e simples que não são engraçadas. As personagens não são interessantes e estão sempre a queixar-se.Para não falar que estão a copiar filmes melhores, sem nada de original nele.No final este filme é para evitar, não só não tem mensagem para os miúdos como comete o pior erro de não ser engraçado.

 

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publicado às 22:52

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 A certo ponto vou parar de fazer crítica a este filme, ninguém liga nada. Neste filme, os humanos e Transformers estão em guerra. A chave para salvar o futuro está enterrada nos segredos do passado, na história da presença dos Transformers na Terra. O destino do nosso mundo recai então nos ombros de uma improvável aliança: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee; um Lorde inglês (Sir Anthony Hopkins); e uma professora em Oxford Professor (Laura Haddock). Em "Transformers: O Último Cavaleiro" as presas tornam-se heróis, os heróis em vilões. E só um mundo sobreviverá.

O bom do filme, a acção desta vez não é demasiado complexa, dá para ver quem é quem, e a história consegue ser fácil de seguir. De resto, é mais do mesmo, actores a dizerem falas horríveis, pois o sentido de humor é básico e ao mesmo tempo não é apropriado para crianças. Optimus quase não está no filme. a cena dos cavaleiros é gira, mas forçada. Tem elementos que aparecem muito no trailer que não fazem nada de útil. Continuam a objectivar as mulheres. Publicidade e indicações de sequela, bastantes e bem óbvias. Coincidências que não fazem sentido.Não vou aprofundar porque quem quer ver este filme irá ver independente do que eu diga. No final é um mau filme, menos mau que os anteriores, mas contradiz muito do que foi dito nos outros. Ver na tv pelas cenas de acção, nem sei como classificar.

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publicado às 00:35

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 Por vezes queremos ir ao cinema para falar mal de um filme péssimo, eis que tive a oportunidade de ver isto. Neste filme, o segundo capítulo da trilogia segue o aprofundar da relação entre a estudante Anastasia Steele e o jovem milionário Christian Grey. Quando Christian Grey tenta seduzir novamente a agora mais cautelosa Ana Steele, ela exige um novo acordo antes de lhe dar outra oportunidade. À medida que os dois começam a construir uma nova relação e a encontrar estabilidade, figuras sombrias do passado de Christian começam a rodear o casal, determinadas a destruir as suas esperanças num futuro juntos.

Tenho que confessar que não vi o primeiro, no entanto não deixei de ficar parvo com o tipo de relação entre estes dois personagens. Antes de continuarem a ler, eu sei que quem vai ver este filme vai o ver independente do que eu diga, os outros são felizardos. Como filme é péssimo, não só não faz sentido, como todas as situações de conflito são resolvidas na hora. Aquela pessoa perigosa que aparece no trailer está lá só por momentos, o acidente quase que nem precisa de estar no filme. A sério foi a cena mais gira do filme, ela preocupada com o acidente e enquanto estavam a dar a noticia passado alguns momentos ele aparece, se durou 3 minutos foi muito. E grey parece um dos maiores personagens sem carisma, no entanto ele parece ser normal em comparação com os outros homens deste filme. O patrão é um exagero de pseudo violador. O pobre amigo dela fica contente com uma exposição só para ser humilhado por Grey.E a relação deles resume-se a isto: eu não te quero, estou excitada e já te quero, e volta a repetir o ciclo. Para um livro sobre S&M o sexo que aparece no filme é relativamente normal, tenho que admitir que quase pareceu pornografia leve as cenas, se é que isso é positivo. Ela é tratada com um objecto, basicamente para a satisfação sexual de Grey, mesmo quando ela diz que é independente logo a seguir está a tirar a roupa a pedido dele. No final, este filme é para evitar. A única coisa positiva que posso dizer é que se levarem a namorada a ver isto, pode ser que ela fique com ideias, mas se necessitas deste filme para isso então a tua vida sexual é demasiado triste. Duas horas a ver a relação mais tóxica de sempre. Duas horas da minha vida que não vão voltar.

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publicado às 12:31


Crítica - Assassin's creed

por falarmd, em 07.01.17

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 Admito que sempre quis jogar este jogo, consegui jogar um bocado na PSP, mas não sabia a história. Neste filme, o uso de uma tecnologia revolucionária que dá acesso às memórias genéticas, permite a Callum Lynch (Michael Fassbender) regressar às aventuras do seu antepassado Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que descende de uma misteriosa sociedade secreta de assassinos e acumula uma incrível quantidade de conhecimento e técnicas que lhe permitem desafiar uma poderosa organização nos dias de hoje.

Nos trailers pensei que estavam a guardar as coisas boas para o filme, afinal não, é representativo do filme. Tive que verificar, mas aparentemente a parte do "animus" aparece no jogo, mas no filme é o foco principal. A acção na idade média podia ser boa, e podia haver um bom filme sobre isso, mas está tão mal editada e regressa ao tempo presente que está constantemente a lembrar que não há riscos para a personagem, é apenas um sonho. Temos também várias histórias a acontecer ao mesmo tempo no presente que não fazem nenhum sentido. Os actores não são maus, só que não lhes é pedido nada para fazer a não ser parecerem sérios. E de sério, e tomar o material como algo mais profundo do que é (um jogo) eles tornam o filme chato. Eu quase dormia em duas ou três ocasiões, pois não gostava das personagens, nunca me foi dado nada para gostar deles. Os vilões, não fazem nada, é como se estivéssemos a experimentar as cenas de um jogo a meio do filme. No final este filme é chato não faz sentido, não sei se é um bom representativo do jogo, a evitar, nem ver na tv pois nem a acção salva este filme. Já agora, possivelmente os "gamers" sabem, mas porquê que está sempre a aparecer uma águia?

 

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publicado às 16:51


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