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Crítica - Homem-Aranha: longe de casa

por falarmd, em 07.07.19

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Um dos filmes mais antecipados do verão, e a minha personagem favorita. Neste filme, Peter Parker (Tom Holland)é apoquentado por problemas na sua vida pessoal  o mágico Quentin Beck (Jake Gyllenhaal).

O filme têm visuais fantásticos e algumas cenas de acção que são memoráveis. A primeira parte é um bocado parada e só quando entra Mystério, Gyllenhaal, é que o filme entra no ritmo e temos algo mais interessante a acontecer. Alguma da comédia não funciona e parece algo da TV, porém este filme explora o que aconteceu nos Vingadores, e dá uma perspectiva diferente com as personagens que estiveram fora 5 anos. O filme têm várias revelações, principalmente a do final que muda o Homem-aranha para sempre. Jackson é bom no filme mas algo agressivo e depois é explicado, porém são essas pequenas surpresas e algumas lembranças de outros filme que enriquecem este filme. No final o filme apesar de alguns problemas, é bom e um bom tempo no cinema, ver no cinema.

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publicado às 15:35

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O trailer era divertido e gosto dos protagonistas. Neste filme,desde há muito dedicados a proteger o planeta Terra da escória do universo, os Homens de Negro vão agora enfrentar a maior de todas as ameaças: um agente infiltrado na sua organização. Desta vez cabe ao agente H(Chris Hemsworth) e a recruta agente M(Tessa Thompson).

O filme não é mau, mas também não é bom, parece muito apressado. Sinceramente não chegamos a conhecer nenhumas das personagens principais, os vilões são inesquecíveis e o twist é previsível. Hemsworth e Thompson, não são maus, mas não tem muito para trabalhar , as piadas não funcionam muito bem mas a ação é boa. Aliás o que evita que o filme seja pior é o ritmo frenético dos acontecimentos e da ação. Porém apesar dos visuais serem interessantes, nunca sentimos nenhum sentido de urgência.  O destino do mundo está em jogo e estão constantemente a brincar. Acrescentaram um alienígena fofo e engraçado, mas que não faz nada no filme de importante. No final o filme é giro, mas para ver na tv, nunca senti nada pelo que estava a acontecer.

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publicado às 23:34


Crítica - X-men: Fénix Negra

por falarmd, em 07.06.19

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Eu adoro os X-men, porém o filme anterior decepcionou e estava hesitante relativamente a este. Neste filme, reunidos pelo professor Charles Xavier(James Mcavoy) para proteger um mundo que os teme e odeia, os X-Men lutaram muitas batalhas, estiveram em aventuras que atravessaram galáxias e combateram inimigos com poderes ilimitados, mas nada disso poderia prepará-los para a luta mais impactante alguma vez enfrentaram. Um de seus próprios elementos, Jean Grey(Sophie Turner ), adquiriu um poder para lá de toda compreensão que a transformou e corrompeu. Agora, serão forçados a decidir se a vida da mulher de que tanto gostam se sobrepõe à possibilidade de aniquilação de todo o universo!

O filme rápido, em que somos logo postos no meio da acção, porém estabelecem tudo muito rápido. A dinâmica das iterações entre as personagens está lá e é interessante ver os poderes, porém no final a história parece algo demasiado complexo do que deveria ser. A introdução de um terceiro antagonista, parece demasiado forçada e que não leva a nada. O drama da fénix negra começa a se centrar neles e não na personagem de Turner. Tem personagens que é notório que querem ir, porém a atitude deles relativamente a outro é um bocado exagerada. O maior problema deste filme é que parece que a situação do ultimo foi esquecida e que agora os mutantes estão todos bem, fiquei confuso. As cenas de acção são boas, mas algo descontextualizadas e forçadas, mas a ultima meia hora é acção sempre a abrir. No final o filme parece um apontamento na história, com pouco desenvolvimento e deixa muito a desejar, ver na tv. Mesmo com alguma acção boa, não livra de personagens que falham em serem reais a si proprias.

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publicado às 15:07


Crítica - Godzilla 2: rei dos monstros

por falarmd, em 04.06.19

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Estava ansioso por este filme, infelizmente trabalho e outros compromissos adiaram a visualização do mesmo. Neste filme, a agência cripto-zoológica Monarch é colocada diante de um novo grupo de monstros onde o poderoso Godzilla colide com Mothra, Rodan, e a sua derradeira némesis, o monstro de três cabeças, King Ghidorah. Quando estas antigas super-espécies, que se pensava serem meros mitos, surgem à face da Terra para uma devastadora luta pela supremacia, é a existência da humanidade que fica presa por um fio e tragicamente ligada ao destino de um destes gigantes.

O filme deve ser visto no cinema, nem que seja só pelos visuais e as cenas de luta. As melhores cenas de luta entre monstros, e apesar de ser escuro vê-se muito bem e temos a noção da escala e destruição feita. Adorei a Mothra que sempre foi um dos meus favoritos, mas temos a noção que Ghidorah é muito perigoso. Dito isso, o filme tem duas horas, e o ritmo não é constante, as cenas com os humanos eram muito expositivas e não me afecionei muito a eles. Tinham uma história sobre uma família que deveria ser emocional, mas devido a algumas decisões eu sinceramente não queria saber. Se tirassem algum tempo a esta história e focassem mais nos monstros seria melhor, pois ainda senti o tempo. No final o filme é divertido, vale a pena ver no cinema, mas numa matine, se fosse mais compacto seria melhor, mesmo assim os monstros tem que ser vistos no grande ecrâ.

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publicado às 22:39


Crítica - Glass

por falarmd, em 20.01.19

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Nunca cheguei a ver o primeiro "o protegido" apesar de ser várias vezes recomendado, gostei de "split" mas não conheço metade dos protagonistas. Neste filme,  Bruce Willis regressa com a personagem David Dunn, em conjunto com Samuel L. Jackson no papel de Elijah Price, também conhecido pelo pseudónimo, Mr. Glass. De "Fragmentado" surge James McAvoy, na pele de Kevin Wendell Crumb e das suas múltiplas personalidades. Dunn persegue a figura sobre-humana de A Besta, enquanto a presença sombria de Price emerge, trazendo com ele mais segredos.

O filme é interessante mesmo só tendo visto um dos filmes, explica muito bem quem são os personagens e quais as suas características, porém arrasta-se um bocado. Dito isso, explica bem, mas temos que ter algum conhecimento, senão estaremos perdidos. Muito do tempo do filme passa a fazer exposição, não é demasiada mas atrapalha o fluxo do filme. Se vieram para uma luta épica, este filme é desapontante, mas para ver uma análise de personagens é interessante. Como este realizador adora twists no final, fica difícil falar de muita coisa, gostei do que ele fez no final e ao mesmo tempo achei um desperdício. Como não sei como era a personagem de Willis no filme anterior, não o vou culpar por parecer não estar muito envolvido, Jackson é excelente, Mcavoy exagera um bocado e alguns dos personagens aparecem demais para serem interessantes. O filme continua a linha de "split"/ fragmentado em que demora muito tempo até acontecer algo, na maior parte do filme é só falar, sem nada acrescentar de novo. Já agora se estão neste filme pela acção, podem esquecer, nada de impressionante e muito pouca. No final quem viu os outros filmes e gostou este é bom e acompanha os outros perfeitamente, no entanto é muito parado e sem grande desenvolvimento e demasiado expositivo, vale a pena ver, numa matine. Quem nunca viu os outros, veja, se gostar veja este depois, talvez em casa.

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publicado às 23:10


Crítica -Bumblebee

por falarmd, em 21.12.18

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Os trailer prometiam algo que eu sempre quis, um verdadeiro filme sobre transformers. Neste filme, em 1987, Bumblebee está em fuga e encontra refúgio num ferro velho, numa pequena cidade do litoral da Califórnia. Charlie (Hailee Steinfeld), com quase 18 anos e a tentar descobrir o seu lugar no mundo, descobre Bumblebee, com marcas de guerra e destruído. Enquanto Charlie o repara, rapidamente descobre não se tratar de um mero Volkswagen Carocha amarelo.

Não é muito dificil fazer melhor que os outros, mas este consegue, mostrando muitos dos erros que foram feitos nos outros. A história é já conhecida, e derivada de outros filmes como ET, o Gigante de Ferro e similares, porém funciona. A relação entre Bumblebee e Steinfeld é o centro do filme e gostamos das suas interacções. As cenas de acção estão bem feitas e conseguimos distinguir quem é quem e o que está a acontecer. Uma das melhores partes do filme é em cybertron, o que não quer dizer que o resto não presta mas aquela sobressai como algo original. John Cena como o militar é engraçado e traz bastante senso comum ao filme. Diverti-me imenso,  e espero que esqueçam os outros e continuem daqui. No final o filme é divertido e com uma mensagem boa, os visuais dos robôs ainda estão parecidos com os anteriores, mas melhor, vale a pena ver no cinema. E é um filme curto comparado com os outros.

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publicado às 22:58


Crítica - Aquaman

por falarmd, em 13.12.18

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Posso não ser fã deste universo, mas os trailers pareciam bons. Neste filme, Arthur Curry(Jason Momoa), o relutante herdeiro do trono de Atlantis, é forçado a assumir as suas responsabilidades e liderar o seu povo para impedir os designíos do seu irmão Orm, que procura unir os sete mares contra o mundo à superfície.

Devo dizer que não gostei muito do personagem Aquaman no filme liga da justiça, porém aqui funcionou. A história é interessante e muito bem contada, com algumas surpresas a meio. Gostei que o personagem principal não era tão sério, apesar de não ser o mais inteligente tem coração, Momoa é excelente neste papel. As cenas de acção são boas e muito visuais, admito que o CGI tem vezes que falha, mas adorei o mundo. A introdução dos vilões é boa e um em particular está muito desenvolvido. O vilão principal é um bocado plano, sem grande substância, mas o filme não é sobre ele. Finalmente temos um filme DC com cores e piadas, apesar de não serem muitas, funcionam. No final este é um filme muito giro, adorei as personagens e a acção é das melhores este ano, ver no cinema.

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publicado às 20:03


Crítica - Engenhos Mortíferos

por falarmd, em 11.12.18

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Adoro o estilo steampunk, estava ansioso pelo filme. Neste filme,  num futuro longínquo, milhares de anos após a Guerra dos Antigos, devastação provocada por uma guerra nuclear que destruiu o mundo em sessenta minutos e fez a humanidade regredir em termos tecnológicos a vida na Terra mudou radicalmente. Os países deram lugar a grandes cidades-estado e a escassez de recursos obriga a que se deslocam constantemente. Protegidas das radiações no exterior, as grandes metrópoles alimentam-se umas das outras, devorando-se segundo as regras do chamado Darwinismo Municipal, onde cada cidade capturada é integrada no interior da sua predadora.

Tom Natsworthy(Robeert Sheehan) é a personagem central que tem um encontro inesperado com Hester Shaw(Hera Hilmar), uma rapariga de fora das cidades que mudará a sua vida para sempre.

Este filme visualmente e em termos de construção de mundo está incrível, só pela visão destes cenários vale a pena ver. A história em si, apesar de um bocado elaborada é simples e directa. As personagens principais são boas, mas nem Hilmar nem Sheehan as tornam memoráveis. O vilão, interpretado por Hugo Weaving é o melhor do filme, mas aqui o que conta é a viagem. Somos apresentados a muitos conceitos novos mas familiares, e de certa forma verossímeis, a acção está sempre a acontecer, apenas tendo alguns momentos de exposição.  No entanto este filme sofre com várias ideias tiradas de outros filmes e alguma falta de originalidade em termos de história. Tem uma cena tirada de Star Wars, tornando o filme e a sua conclusão previsíveis. No final o filme é uma viagem divertida, se bem que previsível, mas vale a pena ver no cinema, apenas numa matine.

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publicado às 22:54


Crítica - Operação Overlord

por falarmd, em 10.11.18

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 O trailer prometia algo parecido com o jogo "castle of wolfenstein", o rpoduto final. Neste filme, na véspera do Dia D, páraquedistas americanos são lançados atrás das linhas inimigas a fim de realizarem uma missão vital para o sucesso da invasão. Mas à medida que se aproximam do alvo, começam a perceber que algo estranho está a acontecer numa aldeia ocupada pelos alemães. Subitamente, vêem-se a lutar contra forças sobrenaturais que fazem parte de uma experiência levada a cabo pelos nazis.

Gostei do filme, mas acho que tinha possibilidades para ser muito melhor. O filme tenta ser demasiadas coisas, desde thriller, terror e acção, nenhuma fica bem no final. O filme parece mais longo do que é pois o fluxo dos eventos é constantemente parado, com cenas que se alongam demais.Gostei dos personagens de Jovan Adepo, o soldado com coração,  Wyatt Russell, o soldado cruel mas focado no dever. O restante das personagens estavam lá para exposição ou apenas para aumentar os corpos. O vilão do filme, é muito fraco, apenas no final quando exagera é que parece algo divertido. As cenas de acção no filme são razoáveis, mas não se destacam. Tem um início bom, um final satisfatório, mas pelo meio arrasta-se. Algumas das decisões que eles fazem parecem de amadores, e tira a credibilidade de um filme que quer ter suspense e terror, mas  acaba por parecer forçado. No final o filme é interessante, mas poderia ser muito melhor se não se levassem tanto a sério, ver na tv.

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publicado às 22:04


Crítica - Venom

por falarmd, em 07.10.18

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 Estava ansioso por este filme, mas a falta de homem-aranha, preocupou. Neste filme, no seguimento de um escândalo, o jornalista de investigação Eddie Brock (Tom Hardy) tenta descobrir o que se passa na misteriosa Life Foundation, mas acaba por se tornar hospedeiro de um alienígena que vive em simbiose com os seres que habita, conferindo-lhes super poderes e um alter ego violento.

O filme é divertido e com cenas interessantes de acção, aliás quem gosta de venom, não vai ficar muito desapontado. A comédia neste filme, funciona, intencionalmente ou não. O meu maior problema com o filme é que é muito apressado. O vilão, e antagonista, é mau mas nunca é vilão. Aliás outro simbiota aparece e é introduzindo na história quase só para apressar e ter uma luta gigante no final. Hardy está bom no papel e as interacções com Venom são as mais interessantes no filme. Falta o elemento do homem-aranha, mas o filme funciona sem ele. No final o filme é divertido e com acção, mas é tudo muito apressado, ver numa matine se estão interessados, se não ver na tv.

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publicado às 22:00


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