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O trailer era divertido e gosto dos protagonistas. Neste filme,desde há muito dedicados a proteger o planeta Terra da escória do universo, os Homens de Negro vão agora enfrentar a maior de todas as ameaças: um agente infiltrado na sua organização. Desta vez cabe ao agente H(Chris Hemsworth) e a recruta agente M(Tessa Thompson).

O filme não é mau, mas também não é bom, parece muito apressado. Sinceramente não chegamos a conhecer nenhumas das personagens principais, os vilões são inesquecíveis e o twist é previsível. Hemsworth e Thompson, não são maus, mas não tem muito para trabalhar , as piadas não funcionam muito bem mas a ação é boa. Aliás o que evita que o filme seja pior é o ritmo frenético dos acontecimentos e da ação. Porém apesar dos visuais serem interessantes, nunca sentimos nenhum sentido de urgência.  O destino do mundo está em jogo e estão constantemente a brincar. Acrescentaram um alienígena fofo e engraçado, mas que não faz nada no filme de importante. No final o filme é giro, mas para ver na tv, nunca senti nada pelo que estava a acontecer.

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publicado às 23:34


Crítica - Vingança perfeita

por falarmd, em 08.03.19

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Este filme parecia mais um dos que Neeson faz, fiquei surpreendido. Neste filme, Kehoe, a temperatura é de 10 graus negativos com tendência para descer nesta requintada estância de esqui das Montanhas Rochosas. A polícia local não está habituada a muita ação até ao dia que o filho de Nels Coxman (Liam Neeson), um pacato condutor de limpa-neves, é assassinado às ordens de Viking (Tom Bateman), um barão da droga. Consumido pela raiva, Nels decide pôr fim ao cartel de Viking, um homem de cada vez. À medida que os cadáveres se amontoam, as ações de Nels provocam uma guerra entre Viking e um gang rival liderado por White Bull (Tom Jackson), um chefe mafioso de origem nativo-americana. Em pouco tempo, brancos sopés da cidade começam a ficar pintados de vermelho.

O filme é de certo modo uma comédia de enganos e com um humor muito negro. Eu gostei muito deste filme, apesar de ser um bocado genérico em termos de história. Alguém quer vingança e problemas se seguem. Neeson é bom no filme com alguma profundidade para além da vingança, e percebemos perfeitamente o seu ponto de vista. O vilão é exagerado e adoramos o detestar, muito bom em Tom Bateman. Algumas das piadas do filme são recorrentes e levam-nos a pensar. Há violência no filme mas nada de exagerado na minha opinião. No final o filme é bom, mas nada que seja necessário ver no cinema, é um bocado genérico, ver na tv.

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publicado às 20:32


Crítica-Silêncio

por falarmd, em 23.01.17

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 Estava ansioso por este filme, não só porque fala de Portugal, mas também me lembra um dos meus filmes favoritos: A missão. Neste filme, no século XVII, dois padres jesuítas vindos de Portugal - Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garrpe (Adam Driver) - viajam até ao Japão sob ordens da igreja, na esperança de encontrarem o seu mentor, Frei Cristóvão Ferreira (Liam Neeson), e de investigarem rumores de que teria renegado a fé cristã. Nas terras nipónicas, onde o regime militar do clã Tokugawa baniu o catolicismo e quase todo o contacto com o estrangeiro, os dois jovens religiosos testemunham a perseguição dos japoneses cristãos pela mão do seu próprio governo. Eventualmente, os dois jesuítas separam-se e Rodrigues viaja até ao campo, interrogando-se sobre o silêncio de Deus face ao sofrimento dos seus filhos.

Adorei este filme, no entanto tenho noção que o inicio irá desmotivar muita gente. A cinematografia do filme realmente capta o ambiente dos cenários, desde a opressão e molhado da primeira parte até a luz e diferente estado de espírito na segunda. O grande problema para a maioria das pessoas será a primeira parte que demora hora e pouco até acontecer algo de importante, eu estava cativado do principio ao fim. As interpretações neste filme são muito boas, porém o personagem que gostei mais foi o inquisidor. E Driver é o personagem que faz mais sentido. O filme tem um elemento engraçado mas que no final faz todo o sentido, que é o ajudante dos padres e a sua busca incessante por perdão. As temáticas religiosas são bem tratadas e nunca ficamos contra uma religião, o filme é mais sobre o teste da fé destes padres do que um ataque a religião. Algo que também gostei no filme foi a falta de banda sonora, temos momentos de puro silêncio em que estamos só a apreciar o que se está a passar. No final, espero que o filme seja candidato a óscares e os actores tenham algum reconhecimento, adorei e recomendo vivamente, mesmo tendo a duração de quase 3 horas. Ver no cinema e apreciar a beleza do filme.

 

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publicado às 23:13


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