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Crítica - As vigaristas

por falarmd, em 22.06.19

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Adoro as atrizes, e o trailer parecia algo engraçado. Neste filme, Josephine Chesterfield (Anne Hathaway) é uma britânica sedutora e repleta de glamour, com uma casa enorme no sul de França e a tendência para burlar homens ricos e ingénuos. No seu mundo meticulosamente organizado entra de rompante Penny Rust (Wilson), uma australiana tão desprendida e foliona quanto Josephine é calculista e astuta. Enquanto Penny junta montes de dinheiro com pequenas burlas em bares, Josephine enche o cofre com enormes diamantes após ludibriar as suas presas em casinos luxuosos. Apesar dos métodos diferentes, ambas são mestres na arte da vigarice e vão unir esforços para darem a volta a um jovem e ingénuo bilionário da informática (Alex Sharp).

Vou ser sincero, não consegui ver o filme até ao fim, no intervalo vim-me embora. A comédia não estava a funcionar, era demasiado forçado, ninguém acreditaria que algum dos golpes fosse verdadeiro. A química entre as duas protagonistas não existe. Eu gosto das atrizes, mas uma só faz o papel de gorda trapalhona e a outra parece que gosta de a aturar, quando isso não faz sentido. A comédia é subjectiva, mas para mim não encontrei nenhuma. No final este filme foi uma decepção, evitar.

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publicado às 23:15


Crítica- Como ser solteira

por falarmd, em 07.05.16

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 Um filme que não tinha grande interesse em ver, mas como esta semana não havia nada para ver, que tivesse interesse, finalmente vi. Neste filme temos as vidas amorosas de cinco mulheres solteiras de Nova Iorque. Existe uma forma correcta e uma forma errada de ser solteira. Depois... há Alice. E Robin. Lucy. Meg. Tom. David.Nova Iorque está repleta de corações solitários que procuram o par ideal, seja para um romance, uma relação pontual, ou algo intermédio. Algures entre as conversas excitantes e os casos de uma noite só, estas mulheres têm em comum a necessidade de aprenderem a estar sós num mundo cada vez mais cheio de novas definições para o amor. Por isso, nunca dormir aqui e ali na cidade que nunca dorme foi tão divertido.

Para um filme que diz:"como ser solteira", farta-se de martelar o facto de que só estamos felizes é junto de alguém. Para mim, e estas críticas são a minha opinião, este filme foi mais deprimente que outra coisa. Alguém que estiver nos 30 e solteiro, vai ver estas personagens e perguntar-se o que está a fazer mal. Estas personagens não são o exemplo, elas divertem-se, mas as relações que têm são mais deprimentes e tristes que divertidas. No aspecto da diversão, para comédia, encontrei pouca, e a que havia era com a personagem de Rebel Wilson.Mas a comédia é principalmente forçada, e a comédia de Wilson é piadas de choque, que não acho muito divertidas. O filme é de Dakota Johnson, cuja história centra-se nela, e gostei dela como personagem, mas as suas decisões são más. O filme começa com uma má decisão que depois ao longo do filme querem que acreditemos que foi a melhor decisão. Acho que fiquei convencido, mas se não tivesse havido uma cena no final, diria que a culpa é dela. Alison Brie, que adoro, quase não tem nada para fazer no filme, e o que acontece á sua personagem contraria o que o filme, supostamente, quer dizer. A parte de como ser solteira, é aludida no filme, mas basicamente é ignorada para contar a história da personagem principal. A história está relativamente bem contada, mas tem momentos em que avança no tempo que ficamos sem saber o que se passou, e certas cenas acontecem que ficamos confusos. Gostei da personagem de Anders Holm, que consegue ser simpático mas que, novamente, o que lhe acontece é contrário á ideia do filme. Talvez eu tenha as expectativas erradas, mas estava a espera de um filme que contasse como lidar com o facto de ser solteira, o que o filme faz, mas denota a ideia que o melhor de tudo é não ser solteiro. O que torna o filme, melhor do que devia ser são as personagens, excepto a de Wilson, que é mais irritante que outra coisa. No final, o filme apesar de não ser tão engraçado com devia, tem boas personagens e momentos interessantes, se virem na tv e não souberem de nada poderão gostar, ver tv.

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publicado às 01:04


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