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Crítica - Rastejantes

por falarmd, em 13.07.19

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Como sabem, geralmente não vejo filmes de terror, mas este tinha boas impressões. Neste filme, quando um potente furacão atinge a sua cidade natal, na Florida, Haley (Kaya Scodelario) ignora a ordem de evacuação para procurar o pai desaparecido (Barry Pepper). Quando o encontra gravemente ferido na cave da casa de família, os dois acabam por ficar encurralados devido às rápidas e fortes cheias. À medida que se esgota o tempo para fugirem à intensa tempestade, Haley e o pai descobrem que a subida do nível da água é o menor dos seus receios.

O filme é parado durante 15 minutos em que estabelece a história, os personagens e as condições meteorológicas, mas depois disso é um sempre acrescentar de emoções, em que nunca sabemos onde vai parar. Estamos tensos durante o filme todo e mesmo quando pensamos que acabou acontece algo que ainda acelera o coração. Os protagonistas são bons e como houve desenvolvimento, estava preocupado com eles, e o cão. A noção de perigo é real e algumas das mortes inesperadas, o filme é curto mas compacto e muito bem elaborado.Os crocodilos parecem reais, nunca duvidei da sua ameaça, porém alguns ferimentos poderiam ter tido consequências piores, No final, não é transcendente, mas é um bom filme de terror que vale a pena ver com os amigos no cinema.

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publicado às 18:06


Crítica - Homem-Aranha: longe de casa

por falarmd, em 07.07.19

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Um dos filmes mais antecipados do verão, e a minha personagem favorita. Neste filme, Peter Parker (Tom Holland)é apoquentado por problemas na sua vida pessoal  o mágico Quentin Beck (Jake Gyllenhaal).

O filme têm visuais fantásticos e algumas cenas de acção que são memoráveis. A primeira parte é um bocado parada e só quando entra Mystério, Gyllenhaal, é que o filme entra no ritmo e temos algo mais interessante a acontecer. Alguma da comédia não funciona e parece algo da TV, porém este filme explora o que aconteceu nos Vingadores, e dá uma perspectiva diferente com as personagens que estiveram fora 5 anos. O filme têm várias revelações, principalmente a do final que muda o Homem-aranha para sempre. Jackson é bom no filme mas algo agressivo e depois é explicado, porém são essas pequenas surpresas e algumas lembranças de outros filme que enriquecem este filme. No final o filme apesar de alguns problemas, é bom e um bom tempo no cinema, ver no cinema.

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publicado às 15:35


Crítica - Toy story 4

por falarmd, em 27.06.19

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Os filmes têm uma triologia perfeita, estava apreensivo quanto ao novo filme. Neste filme,  Woody sempre sentiu confiança quanto ao seu lugar no mundo: tomar conta da sua criança, quer fosse Andy, ou Bonnie. Mas, quando Garfy, o novo boneco favorito criado por Bonnie se declara como lixo, Woody assume a responsabilidade de mostrar a Garfy porque se deve considerar um brinquedo. E quando Bonnie leva todo o grupo para uma viagem com a família, Woody acaba num inesperado desvio, que inclui um encontro com uma amiga há muito desaparecida, Bo Peep. Depois de anos sozinha, o espírito aventureiro de Bo e a vida na estrada contrastam com o seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo percebem que são de mundos diferentes quando se trata da vida de um brinquedo, mas depressa descobrem que essa é a menor das suas preocupações.

Este filme recentra a história no Woody, e serve como epilogo para o ultimo filme. Dito isso, julgo que quem não tenha visto os outros vai gostar do filme e sentir as mesmas emoções. O filme é muito emotivo, com cenas que lembram filmes de terror e momentos de incrível tensão, no entanto ainda é dirigido às crianças. As novas personagens são boas e mesmo a nova principal é adorável. Os temas que o filme aborda são profundos se pensarmos nisso, mas as crianças vão adorar e ganhar algumas lições. A acção e comédia continuam excelentes e os visuais continuam a melhorar. No final este filme não estraga o legado e vale a pena ver no cinema, agradávelmente surpreeendido.

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publicado às 17:10


Crítica - Brightburn - O filho do mal

por falarmd, em 23.05.19

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O trailer parecia interessante, mas o aspecto de horror fez-me hesitar. Neste filme,assim como Super-homem, e se uma criança de outro mundo caísse na Terra? E se, em vez de se tornar um herói para a humanidade, ela se tornasse algo absolutamente sinistro?

O filme é simples, mas ao mesmo tempo muito tenso. A ansiedade pelas personagens percorre o filme todo. Muito graças ao criar da relação do filho com os pais adoptivos, essa relação é o que assenta o filme e dá caso aos maiores dramas. O filme tem momentos de terror e visuais muito explícitos, porém o terror vai aumentando com o filme. O filme prepara todos os acontecimentos de uma forma que conseguimos perceber, mesmo a viragem do filho para o mal, consegue ser explicada e com indícios claros. No final, o filme é bom, não é o meu tipo de filme, mas como filme de terror funciona, para quem gosta ver no cinema.

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publicado às 18:53


Crítica - Mary e a Flor da Feiticeira

por falarmd, em 05.05.19

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Estava ansioso por este filme, não só pela história mas também pelo estilo da animação. Neste filme, a jovem Mary segue um gato misterioso até à floresta próxima e descobre uma velha vassoura e uma estranha flor. Dá por si no Endor College - uma escola de magia dirigida pela Madame Mumblechook e pelo brilhante Doutor Dee. Mas há coisas terríveis a acontecer na escola, e quando Mary diz uma mentira, tem de arriscar a vida para corrigir o seu erro.

Este filme é visualmente espantoso, com cenas dignas do grande ecrã, principalmente nos voos. A história é bastante simples e fácil de acompanhar pelos mais pequenos. Diria que as personagens são pouco desenvolvidas, mesmo a da Mary. A história tem algumas surpresas mas é fácil saber o que vai acontecer. No final este filme é mais para crianças, que irão adorar e a animação é excelente, vale a pena ver no cinema, tem boas lições.

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publicado às 22:46


Cítica: Vingadores: Endgame

por falarmd, em 25.04.19

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O filme que todos estavam á espera, eu inclusive. Neste filme, temos o culminar de múltiplas histórias interligadas, este quarto filme da saga Vingadores significa um ponto de viragem numa jornada épica. Os heróis irão finalmente perceber o quão frágil é a realidade em que vivem e os sacrifícios que devem ser feitos para sustentá-la…

Realmente fica difícil descrever o filme sem estragar muitas das surpresas, lamento, mas terei que ser o mais geral possível. O filme antes demais são 3 horas, mas nunca percebi o arrastar do tempo. A acção neste filme é boa e vai aumentando as complicações até ao clímax final. Todos os personagens tem o seu tempo de brilhar. A comédia está lá mas não tira da urgência que todos sentem e da necessidade que é cumprir determinado objectivo. Thanos não volta a desiludir como vilão. Na negativa, devo dizer que o final arrastou-se demasiado com algumas escolhas questionáveis. Por muito que eu goste do filme Capitã Marvel, ela aqui parece muito arrogante e pouco desenvolvida, sinceramente não gostei muito dela, espero que a melhorem. O filme está cheio de momento emocionantes para os personagens mas que poderiam ter sido feitos de outra forma. No final este filme é para ver no cinema, mesmo que não tenham visto o primeiro conseguem acompanhar,, diversão de princípio ao fim.

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publicado às 20:14


Crítica - Nós

por falarmd, em 25.03.19

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Não estava a espera que estreasse em Portugal, mas gostei do anterior deste realizador, fiquei curioso. Neste filme, 

Adelaide Wilson (Lupita Nyong'o), regressa à zona costeira a norte da Califórnia, à casa de praia onde passou a infância. Acompanham-na o marido, Gabe (Winston Duke ) e os dois filhos (Shahadi Wright Joseph e Evan Alex), para uma escapadela de verão idílica. Assombrada por um trauma inexplicável, mal resolvido e agravado por uma série de coincidências assustadoras, Adelaide sente a paranoia aumentar e acredita cada vez mais que algo terrível vai acontecer à sua família. Após um dia tenso na praia com os amigos, os Tylers , Adelaide e a família regressam à casa de férias. É então que, ao cair da noite, os Wilsons encontram quatro silhuetas de mãos dadas à porta de casa.

Para quem não sabe, ainda, eu não gosto de terror. Este filme, apesar disso, está muito bem realizado, conseguindo manter uma história intrigante até ao fim. Gostamos de todas as personagens e todas elas têm o seu momento para brilhar. Todos os actores foram bons, especialmente desempenhando dois papeis. De destacar Nyangoo, que teve que interpretar duas personagens diferentes. Não sabemos o rumo que o filme vai levar, e tem coisas que vão surpreendendo ao longo do filme. Admito que há algo que achei previsível, mas não tirou nada ao interesse do filme. O terror é um bocado lento mas eficaz, principalmente pois ficamos a conhecer as personagens. Não há nada de "gore", a violência é explicita mas não muito sangrenta, ou não demasiado. No final, adorei o filme, admito que tem falhas, se pensarmos muito na ideia, mas vale a pena ver no cinema e levar uns amigos.

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publicado às 00:16


Crítica - Dragon Ball Super Broly

por falarmd, em 14.03.19

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Devo avisar antes que sou um fã imenso da animação e é uma das minhas coisas favoritas, irei tentar ser isento. Neste filme, a paz voltou uma vez mais à Terra após as épicas batalhas do Torneio do Poder. Depois de descobrir que existem seres incrivelmente poderosos nos diferentes universos, Goku pretende continuar a treinar para se tornar ainda mais forte. Um dia, um guerreiro do espaço chamado Broly aparece diante de Goku e Vegeta. Mas esta raça deveria estar praticamente extinta desde a destruição do Planeta Vegeta... O que faz ele na Terra? Até mesmo Freeza, que regressou do inferno, está envolvido neste encontro entre três super guerreiros, que seguiram destinos diferentes e iniciam uma batalha feroz contra um guerreiro que parece ter poderes ilimitados.

Para quem viu o desenho animado original não terá dificuldade em acompanhar, o que muda são apenas algumas transformações novas, mas nada de profundo. Para quem não conhece este universo, tentam dar uma versão reduzida dos acontecimentos, mas não sei se irá ajudar muito. A melhor coisa deste filme é os visuais e um orçamento e ecrã que permite desfrutar todas as cenas de acção não só acompanhando mas em alguns momentos como se fosse da nossa perspectiva. A introdução de Broly, como personagem e antagonista é o melhor do filme. Temos alguém cujas motivações percebemos e ao mesmo tempo cuja tragédia está prevalecente. A primeira meia hora é muito expositiva, mas ajuda a desenvolver os novos personagens, os que já conhecemos estão em traços gerais, mas quem conhece vai reconhecer muitas das suas particularidades. Algo que eu não tenho gostado (nesta nova série) é o "apalhaçar" de algumas personagens, tem um momento no filme que me lembra os piores momentos da nova série. Tem personagens que aparecem brevemente para acrescentar algo e resolver o problema, quem viu a série vai compreender, mas para os restantes ficarão sem saber o que se passou ou quem é. No final, este é o melhor dos três novos filmes que se formos fãs vale a pena ver no cinema, no entanto a apreciação do filme está dependente do conhecimento da série, ver no cinema,  para fãs os restantes ver na tv. A animação e lutas são algo digno de se ver, mas sem perceber irão ficar confusos, o filme tem 30 minutos só de luta.

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publicado às 23:50


Crítica - Feliz dia para morrer 2

por falarmd, em 15.02.19

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Adorei o primeiro e queria ver este, se bem que sequelas nunca é algo bom. Neste filme, desta vez, a heroína, Tree (Jessica Roth), descobre que morrer repetidamente é mais fácil do que enfrentar os perigos que se aproximam.

Primeiro o filme é mais engraçado do que terror, segundo dá para apreciar sem ter visto o primeiro. O suspense, não chamaria terror, funciona e acrescenta um elemento extra, mas a certo ponto quase que é engraçado. O mistério funciona, mesmo para quem viu o primeiro. Mas algo que não estava à espera é que o filme fosse mais sobre amor que outra coisa. Roth é excelente novamente e agora com mais atores que tornam o filme algo diferente. Apesar de o filme arrastar um bocado, o final é bom. Alguma da ciência parece forçada, e as explicações não convencem, mas não estamos a ver por isso. O filme será mais apreciado por quem tiver visto o primeiro, pois tem piadas e certas situações que só funcionam conhecendo o contexto. No final, mesmo sem saber nada o filme é uma boa comédia e um bom romance, com algum terror pelo meio, ver no cinema.

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publicado às 20:36


Crítica - A favorita

por falarmd, em 06.02.19

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O filme está nomeado e têm dito muitas coisas boas, mas o que adoro é que é um filme de época. Neste filme, no início do século XVIII. A Inglaterra está em guerra com a França. Uma frágil rainha Anne (Olivia Colman) ocupa o trono, mas é a sua amiga mais próxima, Lady Sarah (Rachel Weisz), que governa o país enquanto cuida da saúde precária da monarca e gere o seu temperamento imprevisível.Quando Abigail (Emma Stone) chega, o seu charme conquista Sarah. Abriga-a sob a sua asa e Abigail vê uma oportunidade de regressar às suas raízes aristocráticas. Como a guerra acaba por consumir grande parte do tempo de Sarah, Abigail entra subtilmente em cena para assumir o papel de dama de companhia da rainha. Esta amizade dá-lhe assim a hipótese de cumprir as suas ambições, não permitindo que alguém se atravesse no seu caminho.

Este filme explora tantos temas, e cada um de uma forma engraçada e satírica, adorei. A comédia é leve, mas quando acontece é hilariante. Parece uma luta de garotas pela popularidade, mas ao mesmo tempo temos sentimentos conflituosos. Todas as actrizes são excelentes no papel e trazem algo que torna as personagens memoráveis. Alguém que adorei foi Nicholas Hoult, sem desculpas, estúpido e mau, porém percebemos a sua frustração. Os jogos de poder são bem elaborados, nunca sabemos em quem apoiar. Não estava à espera de gostar tanto deste filme, e os cenários e o guarda roupa, lindos. No final este é um dos melhores filmes do ano, recomendo ver no cinema. Não é para todos pois tem algumas cenas chocantes, até certo ponto.

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publicado às 21:38


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